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"Harmonizo meus pensamentos para criar com a visão". "Quando o mundo estiver unido na busca do conhecimento, e não mais lutando por dinheiro e poder, então nossa sociedade poderá enfim evoluir a um novo nível".

sexta-feira, 9 de maio de 2014

Iº Mutirão da RAE


Iº Mutirão da Rede de Agricultura Ecológica de Araçatuba – RAE.

A RAE está sendo criada com o objetivo de estreitar as relações entre o produtor e o consumidor e servir como canal de diálogo e encontros entre cidadãos interessados pelas temáticas de Segurança Alimentar, Produção Orgânica, Agroflorestas (SAF) e temas correlacionados.

Buscamos promover a solidariedade entre Campo e Cidade. “Sempre lembrar das ações articuladas que tenham como objetivo o desenvolvimento econômico solidário, a justiça social e a gestão ambiental responsável como único caminho para a consecução da sustentabilidade em nível local e global”.

Para atingir nossos objetivos, propomos um calendário de mutirões: todo terceiro sábado do mês; claro que seremos flexíveis!

Os mutirões serão realizados em espaços onde já estão em desenvolvimento trabalhos agroecológicos, e temos a pretensão de expandi-los.

Áreas: 

- Secretária Municipal do Meio Ambiente e Sustentabilidade de Araçatuba - Projeto Agrofloresta de 1 ano e meio;

- Naturaleza - Sitio do Jeffferson Rabal;

- Sítio do Sr. Sergio Pedro Jansem;

- Morado de São Francisco - Projeto Agrofloresta iniciado com base nos plantios de Abacaxi e Banana, janeiro de 2014;

- Agrofloresta do Sr. Sergio, uma experiência urbana – área já implantada com frutíferas, nativas e hortas.

Data: sábado 24.05.2014

Local: SecretáriaMunicipal do Meio Ambiente e Sustentabilidade de Araçatuba – Av. Alcides Fagundes Chagas nº 222, Aviação – Blog. Fone: (18) 3607-6550 (falar com Aderbal)


A partir das 7:30h até as 11h da manhã.

 Tema: Elaboração do FOSFITO*

Para cada mutirão, uma prática da agricultura orgânica, ecológica e agroecológica será realizada. Saber e Fazer - empoderamento da Agricultura tradicional, Camponesa, Familiar, de todos e todas.


Contribuiu:

Aderbal Silva
Oliver Blanco


Presença nos primeiros encontros da RAE:

Euclides Neto
Jefferson Rabal
Geisa Moterani
Adão Panini
Marcello Papa
Onédio Garcia
Marcello Oliveira
Renato Farjado
Renato Pulli
Aderbal Silva
Oliver Blanco



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Calcinação de ossos. Obtenção da farinha de osso para a futura elaboração do Fosfito.

Morada de São Francisco - Araçatuba/SP - foto: Oliver Blanco, Aderbal Neves. 09.05.2014
fogo no tambor, Foto: Aderbal Neves
Ossos de boiada, Foto: Aderbal Neves
- as edições e colaborações de textos, de imagens, de correções e outros, estão abertas pra RAE.
   
O. Blanco

sábado, 3 de maio de 2014

Acampamento 17 de abril, moção de apoio


TERRAS PÚBLICAS DO ESTADO/SP QUESTIONADAS PELO MST POR USO INDEVIDO DA FUNÇÃO SOCIAL DA TERRA

Na Fazenda Pirituba 350 famílias Sem Terra ocupam área de terra pública sediada pelo Instituto Florestal que deveria manter as áreas de preservação permanente com espécies nativas, mas está sendo explorada com cultivo de pinus, eucaliptos e resinagem.

Desde a passada quinta feira, 17 de abril, aproximadamente 350 famílias ocupam uma área remanescente da Fazenda Pirituba, na SP 258, próximo ao Bairro Engenheiro Maia no município de Itapeva. A área faz parte de um montante de 17.500 hectares, onde já foram implantados seis assentamentos, que ocupam uma área em torno de 10.000 hectares, permanecendo um restante de aproximadamente 7.000 hectares.


Dessas terras pertencentes ao governo do Estado de São Paulo, aproximadamente 106 alqueires se encontram sob responsabilidade da Secretaria do Meio Ambiente através do Instituto Florestal conhecido como Estação Ecológica de Itapeva(EEC), portanto terra pública, que deveria cumprir a função social de estudo e pesquisa para fortalecer as áreas de preservação permanente (APP) com espécies nativas e frutíferas. 

Contrariamente, a área está sendo invadida por uma grande produção de pinus (Pinus elliotti) que há mais de 30 anos vem sendo explorada através do corte da madeira e do processo de resinagem, portanto não é uma área de preservação ambiental e muito menos de pesquisa com espécie nativa. O pinus é uma espécie exótica e invasiva que prejudica inclusive a regeneração de fragmentos com vegetação nativa. (vide fotos a baixo)


Mesmo com as contradições acima colocadas, as famílias receberam o mandato de reintegração de posse imediato neste dia 30/04 o que nos reafirma que a Reforma Agrária é tratada como caso de Polícia e não como uma questão social que resolveria uma boa parte das contradições sociais. Visto que o exemplo de produção e erradicação das desigualdades sociais na região já existe em seis assentamentos.

Nesse sentido solicitamos moções de apoio:
   a.       Contra o mandato de reintegração de posse imediato;
   b.       Solicitação de uma audiência urgente com Governador do Estado/SP.
   c.       Seja providenciada uma área para o urgente assentamento das famílias.
   d.      Tratar a Reforma Agrária como uma questão social a ser assumida e implantada pelos governos.

            Enviar os pedidos de moção para:

Governador do Estado de São Paulo - Geraldo Alckmin
Secretária de Justiça - Dra. Eloisa de Sousa Arruda
Secretaria de Meio Ambiente – Dr. Rubens Naman Rizek Júnior gabinete@ambiente.sp.gov.br
Advogado Dr.. Gustavo Justos do Amarante pelo número de processo 0000500-71.2014.8.26.0262

MST – Regional Sudoeste/SP

O Estado cortou o Pinus elliotti. A mata vinha se regenerando. O Estado destruiu novamente e renovou o plantio. Qual pesquisa havia? O que se fez com o dinheiro da venda da madeira? Mais Transparência! 
Mata sendo regenerada após o corte do Pinus pelo Estado - 2008

Área de Pinus do Estado no município de Itapeva - Bairro Engenheiro Mais - 2008

Área de Pinus do Estado. O Estado destruiu a regeneração da mata e renovou o plantio de Pinus. Itapeva/Bairro Engenheiro Maia - 2008

Área em regeneração, o Estado destruiu novamente e renovou o plantio de Pinus.
Onde está a Estação Ecológica neste tipo de manejo? (http://iflorestal.sp.gov.br/areas-protegidas/estacoes-ecologicas/itapeva/)

Fotos: Magnólia Fagundes, facebook e arquivo @extensonista
Fonte: MST Regional Sudoeste/SP

sexta-feira, 2 de maio de 2014

Tecnologia, destruição, dominação e Rebeldia.

 por JAIRO RESTREPO RIVERA

Se puede decir o entender que una tecnología es de dominio social, cuando para generarla han participado directamente los campesinos con su sabor, saber y creatividad colectiva, a partir de sus propias necesidades y problemas reales. Por lo tanto, su disponibilidad se constituye en lo mínimo, en un acto de disfrute solidario entre los que han participado en el ejercicio de su creación o invento.

La ley aplastante del mercado globalizado, es hacerle la vida imposible a toda comunidad campesina que trabaje con simplicidad y creatividad colectiva cualquier tecnología que fácilmente sea decodificada o descifrada, para su apropiación y divulgación en el medio rural, pues la misma, en la lógica del capitalismo agrario, es fundamentalmente peligrosa por las siguientes razones: 

Porque tanto los medios de producción como la propiedad de la tecnología son de control social.

Porque no se puede convertir en código de barras o una patente de manipulación social para engordar el capital agroindustrial.

Porque dentro de aquello que el capitalismo, mal llama las leyes del mercado, no genera dependencia y sed de consumismo.

Porque no demanda ni depende ninguna asistencia tecnológica especializada o compleja, todo el trabajo se hace desde la lógica de la simpleza y el sentido común.

Porque los recursos para su desarrollo son socialmente locales y obedece los ritmos culturales de cada comunidad.

Porque al fomentar todas las posibilidades del intercambio social, como el trueque productivo, la investigación colectiva, el éxito de los resultados y la transmisión de los logros, se vuelven nómadas, o sea, trascienden fronteras sin ningún control económico, velocidad, tiempo y espacio social.

Porque se convierte en un motor generador que impulsa y estimula constantemente la generación de nuevos inventos y actos creativos; donde la intensidad de la oferta de servicios tecnológicos tiene sus límites de acuerdo a los impactos sociales que se puedan generar.

Por que se convierte en sistemas abiertos de comunicación y de intercambio colectivo, fortaleciendo las capacidades creativas de la gente local para resolver sus propias dificultades tanto individuales como colectivas, principalmente a partir de sus propios recursos y desarrollo local.

Porque la mejor manera de resolver cualquier situación llena de obstáculos, aparentemente sin ninguna solución desde el abordaje individual, se logra solucionar con la cooperación grupal; donde lo colectivo tiene combustible y fuerza propia para encontrar las salidas más rápidas y sensatas a cualquier problemática en el medio rural o urbano.

Porque reconstruye  el tejido de una memoria colectiva que se hace indestructible de generación en generación; manteniendo viva las expectativas que se generan, a partir de la posibilidad de soñar y participar en la construcción de un mundo nuevo, con tecnologías a disposición de la protección de la sociedad y la vida por encima de cualquier interés y manipulación económica.

Porque lo que no tiene control o manipulación, se vuelve revolucionario y constantemente transformador de cualquier situación negativa que no permita el avance de la libertad social, para construir un estado ideal del ser, para que el mismo se disfrute con dignidad y felicidad.

Finalmente, el milagro de la vida, independientemente de cualquier racionalidad, espacio y tiempo donde sea posible; consiste en el ejercicio de la cooperación, la endosimbiosis, la armonía, la donación y en el entendimiento natural de lo que el otro hace; pues  hay que asumir la responsabilidad de respetar el papel integrador e interdependiente de todos, en la construcción del caldo vivo y colectivo que es la vida; de lo contrario, la ciega razón del egocentrismo sin límites del actual modelo capitalista industrial y de consumo que se impone, en un espacio limitado como es la tierra, continuara por el camino de la destrucción; acortándole sin exclusión, a todas las generaciones humanas, lo que podría ser el disfrute infinito de un mundo naturalmente animado, bello y lleno de felicidad comunal.

“No existe actitud  más revolucionaria que un consumidor que deja de comprar un refresco y una hamburguesa; o un campesino que no dependa de un cajero en el mercado para  comprar un costal de materia orgánica para  producir sus alimentos con excelente calidad”.

“Si hambre es ley, justicia es rebeldía"

Fonte: La mierda de vaca - facebook / blog

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