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"Harmonizo meus pensamentos para criar com a visão". "Quando o mundo estiver unido na busca do conhecimento, e não mais lutando por dinheiro e poder, então nossa sociedade poderá enfim evoluir a um novo nível".

domingo, 2 de agosto de 2015

Agroecologia é diferente!

Agroecologia é diferente!
É pela defesa do mundão e território compartilhado. Saber Alimentação e Saúde.
 É da Rede dos Povos: Latina, Pacha Mama e Família Cósmica!
Envolve todos/as a existirem. Resistir é regenerar-se.... regenerar o físico, a mente e o solo.
Agroecologia "é Movimento..."  Fluido do tempo. Fato. Noosfera interiorizada no 'saber empírico' de cada Ser. Vivência. Visão das estrelas e da pedrinha.
Holística. Mágica e Pacífica. Subjetiva: “Extensão ou Comunicação? ”
A construção do Saber, o conhecer e o compartilhar de tudo para todo/as. Informação, luta, amor.
Troca das sementes nas conchas de mãos. Mutirão!
 agriCultura evolutiva, ... na Missão de emancipar nossas Comunidades e preservar a espécie; modo de Ser e viver; a extensão não exógena do ambiente; economia sana, inferior! Sim. Mas solidária.  
Se envolve ‘jão’ Só comunidade e jovens domina tal proposta.
Pois bem, planos e Planapos.. MAPA! Tirem os dedos e a falsa ideologia de Brasil independente. Não será igual. Não é negócio-Agro de poucos grandes; é de muitos pequenos.
Se não ajudar não atrapalhem, nem tente enganar, pois temos ferramentas para o controle e a não-barbárie na batalha. 

Agroecologia é diferente! Axé. Paz e Luz. Oli



por Tião Pinheiro,

Estou chegando de Bananeiras, brejo paraibano, onde choveu uma semana sem parar e a temperatura não passou de 18 graus C. Um nevoeiro (como o fog londrino conhecido como “pea soup cream”) baixava repentinamente. O NEA-ITCP-UFRGS atendeu o convite da CCHSA da UFPB e ministrou o “Curso de Saúde do Solo e Cromatografia de Pfeiffer”, inclusive demonstrando a instalação de um campo de metagenômica e metaproteômica que ficará a cargo dos Doutores professores Raunira e Alexandre.
Embora o curso tenha sido excelente e acompanhado no pandeiro de Sossego, matei a saudade do ColégioAgrícola Vidal de Negreiros, onde estive a 19 anos atrás, mas minha gente voltei triste, consternado, e para diminuir minha dor a compartilho: Um imbecil, norte-americano, com graduação universitária assassinou “Cecil” um leão símbolo de um Parque Nacional do Zimbábue. As cores dos leões do Zimbábue, sua pelagem e juba são muito diferentes dos outros leões africanos esteticamente atraentes. Agora recordo sua excelência o Senhor Embaixador dos Estados Unidos uns dez anos atrás que justificava o uso de herbicida sobre os Parques Nacionais Colombianos, em carta resposta a um médico, que denunciava os danos à saúde humana, animal e meio ambiente publicado no jornal de maior circulação de Bogotá.
Sou cidadão de um país onde um advogado foi obrigado a usar a lei de “Proteção aos Animais para defender o tratamento humano a um preso político, que mais tarde se transformou em feroz Ditador. Logo, o significado da morte de “Cecil” poderia passar batida, mas o trágico é que no mesmo dia foi noticiado o atropelamento de uma suçuarana (puma) em rodovia paulista, transformada na Globo News em onça (jaguar). O que me fez devanear: Já não conhecemos nossa fauna...
O que me importa agora é: Por que puseram o nome do leão de “Cecil”?
Não é possível que fosse em homenagem a Cecil Rhodes ao racista, facínora e genocida que fundou empresas de colonização que se transformaram em “Rhodesias” para a Casa de Windsor, cuja Capital era Salisbury. Nem é possível que 50 anos depois de tudo que sofreram na luta da independência, desde a época dos “Mau-Maus” grande movimento revolucionário, onde as mulheres eram a parte mais importante e estratégica na luta pela independência, agora se dê o infeliz nome ao pobre leão assassinado (pelo cretino dentista que gastou 170 mil dólares) e recebeu um editorial no New Yorker Times... Império é império.

“Mau mau” é o nome que a inteligência britânica popularizou para desviar a atenção, pois o movimento se chamava Kenya Land and Freedom Army – KLFA- (Exército da Liberdade das Terras do Quênia) e isso pegava muito mal na época (vejam o filme Guerrilha com Sidney Poiters). Abarcava toda a África subsaariana. O gozado é que “mau-mau” era o anagrama da expressão suazili: "Uma Uma" (Fora Brancos), que significava prisão e tortura a quem ousasse proferi-la, pelo que se dizia: “Mau Mau”. Muitos desafiantes foram devorados por cães famintos.

É triste. As redes hegemônicas de televisão não permitem que se conheça história para eliminar a memória.

Lembrei dos amigos zimbabuanos “stipendiate” nas Alemanhas (ocupadas) que regozijavam o AK47 como “Banana Magazine” nos combates contra os traidores do King’s African Rifles. No Zimbábue o movimento era o ZAPU, de Joshua Nkomo e o ZANU de Robert Mugabe antevendo o fim da África do Sul a inteligência britânica se antecipou após a independência da Zâmbia (Rodésia do Norte) criou a criou a Rodésia do Sul, estratégica por ser o maior produtor de fumo do mundo. Era preciso protelar a derrota através dos genocidas racistas de Ian Smith, que “sem o apoio de Londres” podia fazer o que quizesse para manter a colônia para segurança da valiosa África do Sul. Tanto Frelimo como MPLA e o Congresso Africano de Mandela foram imprescindíveis para a independência do Zimbábue de capital Harare.


Não é possível que o leão tenha o nome de “Cecil” em homenagem a Rhodes. Sei isso, pois tive de estudar um pasto denominado em sua homenagem capim Rhodes (Chloris gayana) muy importante nas áreas áridas do mundo onde chove menos de 400 milímetros. Talvez por isso recebi a raríssima nota dez no exame de Praticultura (pradeiras). No Brasil foi introduzido desde o Kalahari um parente próximo dele bastante problemático, onde chove mais de 800 milímetros, o capim Annoni (Eragrotis plana, Nees), que um vaidoso colocou seu nome e hoje é uma praga internacional no Conesul. Não faz muito que um bando de imbecis me convidou para dar uma palestra sobre os danos do capim annoni. Por trás dele estavam os interesses de uma cooperativa, a Monsanto e uma entidade de latifundiários. Tomaram um torpedo e ficaram bem caladinhos e não houve a negociata corrupta de seu controle com herbicidas.


Voltando ao leão morto: Será que algum africano em sã consciência iria chamar o lindo leão de “Cecil”. Alerta minha gente: É necessário atender os anseios dos estudantes e professores retomando o verdadeiro significado do neologismo AGROECOLOGIA, hoje bastante usurpado. Mahatma Gandhi: Não será fácil interiorizar a liberdade, logo devemos ver na morte do leão o motivo para alertar os estudantes que as Fundações: Rockefeller, Nestlé, Kellogs, Sazakawa, Bill & M. Gates, Coca Cola, Pepsi e Aliança para a Revolução Verde na África, onde Kofi Annan, ex Secretario Geral da ONU é “Lobby boy” ou “Bellhop”.

Não podemos fraudar o sonho de nossos jovens. Ha que precavê-los. Vamos dançar o Kuarup pelo pobre leão.

quarta-feira, 22 de julho de 2015

Manifesto pela Noosfera

A Terra e Eu Somos uma Só Mente.

 Durante mais de 5 mil de minhas órbitas ao redor do Sol, os humanos têm estado alterando a minha paisagem. Alguns deles maravilhosos, como as terras de cultivo de arroz na Distante Ásia Oriental ou do plantio de milho nos Andes da América do Sul. Canais, irrigação, diques para desviar água, pirâmides e templos, grandes muralhas sinuosas, e logo as cidades com seus sistemas de conexão de estradas, e ao longo da costa, grandes portos marítimos e barcos com velas ondulando em busca de novas terras a conquistar, novas mercadorias para comercializar e, sempre aqui e ali, grandes exércitos em guerra devastando a Terra. Estes eram os mais inteligentes, os ansiosos por riquezas e poder.

Os inteligentes me traçaram com mapas e fizeram globos terrestres para imitar-me; elegeram viver no seu próprio tempo e deixaram de viver de acordo com os grandes ciclos que regem a ordem universal. Pelo dinheiro, dividiram seu tempo e dividiram a Terra. Já não se consideravam parte da Terra, senão que Eu, a Terra, me converti em sua escrava. Criaram todo tipo de máquinas e para suas máquinas necessitaram tudo o que puderam tirar da Terra: Destruíram meus bosques, desgarraram minhas montanhas, e escavaram a Terra e o Mar, profundamente, atrás do combustível que faz funcionar as máquinas.

 E vi que entre os inteligentes havia videntes e sonhadores, profetas e mensageiros, poetas e artistas que viram outro mundo, que lhes advertiram, que trataram de dominar sua ambição e sua luxúria para benefício de suas almas.

 E vi aqueles que optaram por não construir e edificar, aqueles que decidiram não alterar minha paisagem, aqueles que se contentaram com pequenas moradias de couro e pele, barro e adobe, os que pintaram na areia e desenharam nas rochas e nas paredes das cavernas, aqueles que seguiram os animais selvagens em suas trilhas e caminhos silvestres, aqueles que oravam com a lua, as estrelas e o sol, aqueles que cantaram o sonho da noite cósmica. Entre eles também estavam os videntes, a gente da medicina, os sábios, e são eles que falaram por mim:

Eu sou m com a Terra. A Terra e eu somos uma só mente. 

Vocês não estão separados de mim, ainda que possam pensar que estão. Vocês são um comigo. Sua mente e a minha, a mente de Terra, são uma e a mesma mente. E esta mente única se chama noosfera – a mente da Terra que envolve a totalidade de meu corpo como um manto invisível, penetrando em cada ser vivo, dotando a cada um, de um raio do espectro da consciência de vida que se estende desde o centro da galáxia, ao nosso sol, a mim e a todos os que habitam em minha superfície. Não são senão um só organismo planetário. Toda a vida é uma, assim como eu sou um todo indivisível.

 Para àqueles com olhos para ver e ouvidos para ouvir e corações que conhecem desde dentro, chegou o momento para que possam escutar meu manifesto pela Noosfera. Escute de novo e recite comigo:

 Eu sou um com a Terra. A Terra e eu somos uma só mente.

 Olhem nossos mares cobertos de lixo e com petróleo ardendo. Olhem nossos vizinhos sem lar e que fogem em busca de refúgio. Olhem as nossas crianças empilhadas nas sarjetas mendigando e buscando alimento. Olhem os comerciantes e donos das máquinas e dos bancos, escondendo-se atrás das portas blindadas e dos guardas de segurança. Olhem os anciões sentados na margem do que alguma vez foi um bosque, chorando pela perda de uma antiga realidade.

 Eu sou a Terra. Eu sou a mente de todos vocês. Agora falo através de todos vocês. Escutem: Em um momento de meu tempo, tudo mudará. Eu me levantarei da terra do sonho e converterei a vestimenta da consciência envolta em torno da perfeição de minha forma giratória. O tempo do dinheiro e da máquina vai terminar e um novo tempo começará e vocês conhecerão de novo o que haviam esquecido. E, a partir desse momento se estabelecerão os novos códigos do ser e da realidade, os códigos da Noosfera. Não haverá mais nações nem mais dinheiro, nem mais verdades escondidas, nem mais pobreza, nem mais drogas, nem mais armas, nem mais bombas, senão um novo mundo de telepatia universal. Todos entenderão, como um e, ao mesmo tempo, que só existe um tempo para a Terra, uma simultaneidade de dia e noite, uma sincronicidade contínua.

 Sua mente começará a transformar tudo o que se há posto a perder em uma obra de arte viva, a Terra inteira convertida em uma obra mestra, rodeada por um arco-íris de polo a polo – uma única forma de pensamento tornado visível. Cidadãos da Terra, vamos sentir uma presença galáctica, a noosfera, nossa central telepática. Um desenho do destino escrito em um plano divino, seguindo uma medida comum de tempo universal que nos unifica em uma só mente. Aceitaremos os visitantes de outros mundos; receberemos qualquer conhecimento que nos chegue dos Anciãos das Estrelas que têm estado esperando que nós amadureçamos na Noosfera, convertendo-se em uma nova hierarquia da civilização cósmica.

 Nada nos impedirá de seguir o caminho infinito – durante três milênios realizaremos a forma de vida da Terra como uma obra de arte. Só assim vamos ampliar a noosfera no panorama da mente cósmica, irradiando desde os centros de nosso cérebro, o novo órgão, que considera o inteiro universal como um círculo girando incessantemente, mas que jamais abandona a Terra, nosso lar cósmico. 

Este é nosso manifesto para a Noosfera:

E sou um com a Terra. A Terra e eu somos uma só mente.


 Valum Votan, José Arguelles

fonte: pdf

segunda-feira, 20 de julho de 2015

permaCultura em Araçatuba



CURSO DE CONSTRUÇÃO SUSTENTÁVEL E PERMACULTURA EM ARAÇATUBA - CASA ECOLÓGICA


fao
"Uma definição mais atual da permacultura, que reflete a ampliação da abordagem mais implícita no livro Permacultura Um, é: 'Paisagens conscientemente desenhada que reproduzem padrões e relações encontradas na natureza em que, ao mesmo tempo, produzem alimentos, fibras, e energia em abundância e suficientes para prover as necessidades locais.'  As pessoas, suas edificações e a forma como se organizam são questões centrais para a permacultura. Assim, a visão de uma permacultura de uma agriCultura permanente ou sustentável evolui para um visão de uma Cultura permanente sustentável."   Pdf
  


Facilitador: MARCELO BUENO. 

Marcelo é bio-arquiteto e permacultor; Fundador do Instituto de Permacultura e Ecovilas da Mata Atlântica (IPEMA), Ubatuba/SP; Membro do Ecovillage Network of The Americas (ENA); Membro da Rede Global de Permacultura; Desenvolve projetos de construções ecológicas e sistemas de reciclagem e re-uso de águas servidas. Trabalha atualmente com desenvolvimento de projetos de residências sustentáveis pela Morada Viva.

Programação: Introdução a Construção sustentável; Como é a nossa casa: aspectos que podemos mudar; Bio construção: tecnologia de terra crua; Preparação para aula prática;

Aula prática utilizando tecnologia de terra crua (Adobe, Cob, Superadobe, Massa de reboco com terra, Tinta a base de terra); Apresentação de sistemas com água; Empresas e produtos ecológicos (onde comprar).

Data: 15 e 16 de agosto de 2015 (sábado e domingo) das 8:30h às 17:30h.

Investimento: R$ 270,00 (incluso dois dias de curso com teoria e prática, apostila digital, certificado, materiais do curso e Coffee-break).

Informações e inscrições: (18) 99630 1671 (vivo)

Oportunidade imperdível! Últimas vagas!
Participe! Vamos colocar as “Mãos na Massa”!


A Rede de agriCultura Ecológica - RAE também estará presente no curso, o que vem a somar para que o movimento cresça no município de Araçatuba. São iniciativas em nível mundializada, que aglutinam pessoas com a crença de estar à frente pela possibilidade de Um outro Mundão Possível e Necessário!

"A REDE

A permacultura também é uma rede de pessoas e grupos difundindo as soluções de design propostas pela permacultura em países ricos e pobres de todos os continentes. Embora não seja em grande parte reconhecida pelo meio acadêmico e ou apoiada pelo poder público ou pelo setor empresarial, os permacultores vêm contribuindo para um futuro mais sustentável através da reorganização de suas vidas e dos seu trabalho em consonância com os princípios de design da permacultura. Dessa forma, estão criando pequenas mudanças locais que influenciam direta e indiretamente ações nos campos de desenvolvimento sustentável, agricultura orgânica, tecnologias apropriadas e planejamento de comunidade intencionais."

A Flor da Permacultura


Rede Soberania

Rede Soberania
Esta Nação é da Multitude brasileira!

Blogueiros/as uni vós!

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