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'Ofereço-me para cooperar com amor a fim de compartilhar a abundância de meu coração.'
'Comunico-me sem apegos e descubro a harmonia de evoluir na Terra.'

quarta-feira, 8 de novembro de 2017

Huminas

Análises de Huminas, Oliver Blanco.

02 de novembro 2017
por Sebastião Pinheiro

"Adubando com Luz" é o artigo de A. Jahn: - O ferro é um dos elementos mais comuns na Terra, mas no mar, é escasso. Muitos microrganismos marinhos desenvolveram quelantes de ferro específicos chamados sideróforos - com os quais podem absorver o elemento precioso. Mas não só as bactérias que se beneficiam dos sideróforos. Porque assim que a luz incidir nos carregadores de ferro, eles deixam sua carga livres na forma de íons divalentes livres. Nesta forma, também ficam disponíveis para as algas planctônicas que então florescem.

Em 1855 Justus von Liebig formulou a lei do mínimo e portanto, lançou as bases da agricultura moderna. Os químicos deram conta de que os nutrientes mais baixos para as plantas disponíveis determinam o crescimento nas plantas. Quando as culturas estão bem, os organismos marinhos são simples. Também aqui o fator determinante da falta de prosperidade nos fitoplânctons e bactérias. Não lhes faltam aqui nitrogênio ou fósforo, mas sobre tudo o ferro. Por isso, alguns biólogos marinhos sugeriram como ideia de fertilizar o oceano com ferro e assim desencadear uma floração de fitoplânctons. O plâncton deve absorver através da fotossíntese, e logo morrer e prender o carbono nas profundidades do mar. O dióxido de carbono, gás do efeito estufa, seriam assim, privados durante muito tempo fora da atmosfera. 

Entretanto, já ocorreu várias destas tentativas no mar - mas com um êxito moderado. Embora a fertilização com ferro realmente possa ter desencadeado uma floração no fitoplâncton, o qual, no entanto, apareceu apenas brevemente e logo colapsou novamente. Obviamente, o controle do balanço do ferro no mar é algo mais complexo.

Os microbiologistas sabem que algumas bactérias conhecem como podem ajudar na deficiência do ferro. Introduzir moléculas de ligações específicas - chamadas sideróforos - do mundo exterior. Esta foram complexa de íons de ferro trivalente que ocupam as bactérias novamente.  Dentro das células, os sideróforos são novamente degradados e os íons de ferro são liberados.

Katherine Barbeau e seus colegas da Universidade da Califórnia tem visto esses quelantes de ferro precisos. Analisaram os sideróforos que se tem produzido no Aquamarina Atlántico por bactérias Halomonas.

Os sideróforos compostos por uma cadeia de ácidos graxos e uma cabeça de peptídeos; e esta cabeça peptídica forma o complexo com o íon de ferro trivalente. Até aqui tudo bem. Mas quando os investigadores expuseram os sideróforos a luz, algo surpreendente aconteceu: o ferro trivalente se reduziu a ferro divalente, a molécula transportadora foi separada da cauda gordurosa e dou o íon livre de ferro. O ferro divalente é, no entanto, mais solúvel que o trivalente e, portanto, outros organismos estão disponíveis. Portanto, eles podem se beneficiar diretamente do fitoplâncton da conversão fitoquímica de sideróforos bacterianos na água do mar. 

É somente o pé desta oceanografia. Porque aqui, provavelmente, oculta um crucial para o equilíbrio (balanceamento) da matéria do processo no mar: para a água que sobe, obter sideróforos férricos bacterianos na superfície brilhante, não emite sua carga e, portanto, fetilizam o mar.

No entanto, os cientistas acreditam ainda mais. Porque, assim como os quelantes de ferro, também podem criar moléculas transportadoras artificiais. "Poderia se abrir nesta molécila pequenas bolas de luz", especula o lider do grupo Alison Butler. "Portanto, eles poderiam ser um sistema de administração de drogas para uso no corpo. E talvez, possam ser produzidos a partir dos recipientes de reação também para a produção de nanopartículas."

Por outro lado, é sabido que: a maior absorção de ferro in vivo é a partir do ascorbato ferroso [Fe (HL)2] em comparação ao sulfato ferroso tem sido atribuído tanto ao retardo quanto à prevenção da oxidação do Fe (II) pelo ascorbato e a existência de Fe (II) com um quelato com os ascorbato.

A literatura disponível e nossos próprios resultado mostram que o Fe (HL)2 é dissociado em solução aquosa em uma espécie catiônica monomérica Fe (HL)1+, Fe+2 e HL-. O ânion HL atua como monodentado. 

A constante de baixa estabilidade KFe (HL)1, cerca de 20L.mol-1 entre 0 e 25ºC, resulta na conclusão de que o Fe (HL)2 é quase completamente dissociado em Fe+2 e HL-  próximo do pH 5, portanto, a formação do complexo (quelato) não contribui significativamente para o aumento da absorção de ferro. Entre o pH 6 e 8 observa-se um efeito no aumento da solubilidade do ascorbato que pode ser relevante para a absorção de ferro a partir do ascorbato ferroso. 

A questão que resta é: qual é o papel das Huminas nisso? Os religiosos e físicos convergem sobre a partícula que deu origem a Vida na Terra são derivadas dos ácidos húmicos e alguns vão mais longe ainda ao dizer que a vida surgiu nas entranhas do Kilimanjaro. As dimensões e comportamento dos ácidos húmicos  1(x10-10) (foto1) paracem comprovar o caminho certo. Mas, o mais importante é que do húmus, deriva-se as
palavras humanos, humilde e humildade, virtude impar entre os cérebros desenvolvidos dos “neomammalians” em um mundo onde ainda há muitos “reptilianos”.

No entanto, tanto o húmus quantos os sais (minerais) estiveram proibidos ou segregados desde o início da Sociedade Industrial Moderna em 1842 e escorvados desde a Revolução Russa; contudo, hoje em dia estão em moda e moda com os insumos pós-modernos como o famoso Ácido Fúlvico da Syngenta amplamente comercializado. Mas, os chinese resgatam a importância climáticas das huminas até então desconhecida e agora todos buscam estudar, opinar sobre sua importância para não submergir na des-atualização servil.

As huminas são frações das substâncias húmicas insolúveis em soluções de álcalis ou ácidos, produzidas durante a desidratação de açúcares ou conversão da celulose em compostos menores. As huminas aumentam com a condensação do Furfural e Hidroximetilfurfural, produtos da desidratação de pentosas e hexosas.

São substâncias orgânicas de alto peso molecular, que variam de 100.000 a 10.000.000, quando os Hidratos de Carbono vão de 500 até 100.000 e compõe mais de 50% do total de Carbonos Orgânicos do solo; tem cor marrom escura, mas sua estrutura são vagamente descritas nas técnicas analíticas dos ácidos húmicos.

Suas propriedades químicas e físicas no solo são importantes para a sua resistência à decomposição, a mais lenta entre as substância húmicas. Elas garantem a capacidade do solo em reter a água e melhorar a estrutura e estabilidade do solo como um poderoso sistema de intercâmbio catiônico e, no geral, melhora sua fertilidade sendo um elemento chave para a Segurança Climática do Planeta no Antropoceno.

1. As huminas são classificadas em: Huminas Não Extraíveis (HNE) e Huminas Extraíveis (HE). Para sua determinação e separação pesar 5 gramas de solo naturalmente seco, moído e peneirado em vual. Misturado em 50 ml de NaOH a 0,5% (equivale a 0,125 Molar) e depois dos três giros 6.6.6. tradicional, deixar a solução decantar por 24 horas.

2. Sulgar (tomar) uma alíquota de 10 ml do sobrenadante e misturar a uma solução composta de [0,5 ml de ácido acético + 8,5 ml de etanol absoluto + 1 ml de glicerina bidestilada). Agitar bem e deixar precipitar. Pesar uma folha de papel filtro e anotar sua tara com lápis. Dobrar e filtrar a solução do solo. Descartar o filtrado. Solubilizar o resíduo com 10 ml de NaOH a 2% (equivale a 0,5 M) e lavar o filtro 3 vezes com o próprio filtrado para solubilizar totalmente. O resíduo que permanece no filtro é Huminas Não Extraíveis (HNE). Lavar o filtro com água destilada e deixar secar bem para pesar sua quantidade descontando o valor da tara anotada no papel filtro anteriormente. (observe que a alíquota corresponde a 0,5 g de solo. O valor multiplicado por 200 se tem a porcentagem no solo) Precipitando a solução filtrada, novamente com a solução de Ác. acético + EOH + glicerina filtrados em papel filtro previamente tarado, descarte o filtrado e deixe secar o filtro, pese e se tem a quantidade huminas extraíveis (HE) em g%.

3. A solução contém huminas extraíveis (HE). Se faz um cromatograma com a amostra e quando atingir a segunda marca, retire-a da solução alcalina a 2% (0,5M) e, sem alterar o pávio do papel no centro se faz a corrida sobre n-Butanol + 10 gotas de glicerina bidestilada, até a margem do papel. Obtem-se a composição espectral holográfica de huminas extraíveis de rara beleza.

4. Huminas é a transformação progressiva do ácido húmico, fúlvico e himatomelânico na sintropia microbiana nos períodos propícios para seu metabolismo, chamados de humogênicos (formador de húmus). Nos períodos de dificuldade para a vida microbiana há o consumo de uma parte do húmus produzido e é denominado de período humolítico, importante para a resiliência à adversidade. Reiteramos que elas possuem um elevado peso molecular próximo a 100 mil até a mais de 100 milhões.

5. As corporações na agricultura usam a Biologia Molecular para transformar ácidos húmicos em isumos pós-modernos sustentáveis. O inteligente seria desvendar os mecanismos enzimáticos que transformam huminas em ácido húmicos e fúlvicos, pós crises humolíticas. Então, a prioridade seria investir nos mecanismos de intervenção de elétrons de Silício, Carbono e Ferro para a quebra delas e maior formação de ácidos húmicos em ambos os períodos. A técnica de Zancada et al. (2004), Aranda e Oyonarte (2006) publicada na tese de doutorado da Fazenda A. L. Pérez Lomas na Universidade de Granada.

Para evitar que o reducionismo das corporações do agronegócios fagocitem e dominem as iniciativas agroecológicas pelo discurso sociológico, vazio de quase totalidade de seus amantes, pregadores e oportunistas, o Kokopilli saiu em noites de lua cheia neste planeta devastado rumo ao deserto da vida para humedecer nosso primeiro coração e garantir sua restauração, ecopoiesis e alimentação saudável. FOTO 1

A extração e identificação das Huminas juntamente com a Saúde no Solo, evita a Mudança Climática e preserva a saúde do Planeta no denominado Antropoceno sem a necessidade do complexo ritual do trabalho científico CHARACTERIZATION OF BULK SOIL HUMIN AND ITS ALKALINE-SOLUBLE AND ALKALINE-INSOLUBLE FRACTIONS de Cuilan Li1 Shuqing Gao 1 Qiang Gao1 Lichun Wang2 Jinjing Zhang 1 * 1 Jilin Agricultural University, College of Resource and Environmental Science, Changchun, China. 2 Institute of Agricultural Resources and Environments, Jilin Academy of Agricultural Sciences, Changchun, China. Dificil até mesmo em laboratórios sofisticados. FOTO 2

O quadro modificado de Dixon, J. B. e S. B. Weed, 1989. Página 95 em "Minerals in Soil Environments". Soil Science Society of America, Madison, Wisconsin, 1244 páginas e encontrado em ORGANIC MATTER, HUMUS, HUMATE, HUMIC ACID, FULVIC ACID AND HUMIN: THEIR IMPORTANCE IN SOIL FERTILITY AND PLANT HEALTH de R.E Petit de la A&M, Texas permite entender a importância do ácido fúlvico com suas 67 valências para trocar nas reações bioquímicas, químicas e biológicas e oxi-redução da Matéria Orgânica no solo e seu peso molecular varia de mil para 10 mil (o ácido Fúlvico, que alguns de forma reducionista o classificam fora dos ácidos húmicos do solo, talvez para facilitar sua transformação em insumos muitos modernos no mercado biotecnológico, é a menor parte dos Ácido Húmicos). FOTO 3
O ácido húmico com poucas valências, mas uma cadeia bem maior em comprimento e peso molecular de 100 mil. O ácido himatomelânico já é uma cadeia mais complexa. 

As huminas tem uma estrutura bastante larga e um peso molecular superior a 100 milhões com uma grande estabilidade que garante para a sociedade industrial um depósito estratégio de Carbono Orgânico no solo que é fixado pela microbiota do solo garantindo a transferência da matriz tecnológica para a biotecnológica e políticas financeiras sobre o manejo deste depósito nos interesses das indústrias poluentes (contaminadoras!).  

***


Original publicado

02 de novembro 2017
por Sebastião Pinheiro


“Abonando con Luz” es el articulo de A. Jahn: - El hierro es uno de los elementos más comunes en la Tierra, pero en el mar, es escaso. Muchos microorganismos marinos han desarrollado quelantes de hierro específicos llamados sideróforos - con la que pueden absorber el elemento precioso. Pero no sólo las bacterias se benefician de los sideróforos. Porque tan pronto que la luz cae sobre los cargadores de hierro, dejan su carga libre en forma de iónes divalentes libres. En esta forma, también está disponible para las algas plantónicas que entonces florecen.

En 1855 Justus von Liebig formuló la ley del mínimo y por lo tanto sentó las bases de la agricultura moderna. Los químicos dieron cuenta de que los más bajos nutrientes de las plantas disponibles determina el crecimiento de la planta. Cuando los cultivos están bien, los organismos marinos son sencillos. También aquí el factor determinante de la falta de prosperidad en los fito plancton y bacterias. No le falta aquí nitrógeno o fósforo, pero sobre todo hierro. Por ello, algunos biólogos marinos se les ocurrió la idea de fertilizar el océano con hierro y así desencadenar una floración de fito plancton. El plancton debe absorber a través de la fotosíntesis, y luego morir y tomar el carbono en las profundidades del mar. El dióxido de carbono, gas de efecto invernadero sería así privados durante mucho tiempo fuera de la atmósfera.

Mientras tanto ya se corrió varias esos intentos en el mar - pero con un éxito moderado. A pesar de que la fertilización con hierro provocó en realidad de una floración de fito plancton, el cual, sin embargo, apareció sólo brevemente y rápidamente se derrumbó de nuevo. Obviamente, el control de la balanza de hierro en el mar es algo más complejo.

Los micro biólogos saben que algunas bacterias saben cómo ayudar en la deficiencia de hierro. Introducir moléculas de unión específicas - llamados sideróforos - desde el mundo exterior. Esta forma de hierro trivalente iones complejos que ocupan las bacterias de nuevo. Dentro de la célula, los sideróforos son degradados de nuevo y se liberan los iones de hierro.

Katherine Barbeau y sus colegas de la Universidad de California han mirado a estos quelantes de hierro precisos. Se analizaron los sideróforos, que produce el estar en el Aquamarina Atlántico bacteria Halomonas.

Los sideróforos compuestos de una cadena de ácido graso con una cabeza de péptidos; y esta cabeza péptido forma el complejo con el ión de hierro trivalente. Hasta aquí todo bien. Pero cuando los investigadores exponen sus sideróforos luz, increíble sucedió: El hierro trivalente se reduce a divalente, la molécula portadora se separó la cola grasos y dio el ión hierro libre. hierro divalente es sin embargo más soluble que trivalente y por lo tanto es otros organismos están disponibles. por lo tanto, pueden beneficiarse directamente del fitoplancton de la conversión fotoquímica de sideróforos bacterianos en el agua de mar.

Y sólo a pie desde el oceanógrafo. Porque aquí, probablemente, oculta una crucial para el balance de materia del proceso del mar: Al agua que se levanta llegar sideróforos férricos bacterianas en la superficie brillante, no emiten su carga y por lo tanto fertilizar el mar.

Sin embargo, los científicos creen aún más. Porque al igual que los quelantes de hierro también moléculas portadoras artificiales podrían crear. "Se podría abrir esta molécula pequeñas bolas de luz", especula líder del grupo Alison Butler. "Por lo tanto, podrían ser como sistema de administración de fármacos para uso en el cuerpo. Y quizás podrían ser producidos a partir de los recipientes de reacción también para la producción de nanopartículas."

De otra parte es sabido que: La mayor absorción de hierro in vivo es a partir del ascorbato ferroso [Fe (HL)2] en comparación con el sulfato ferroso tiene sido atribuída tanto al retardo cuanto a la prevención a la oxidación del Fe (II) por el ascorbato y a la existência de Fe (II) como un quelato con ascorbato.

La literatura disponible y nuestros própios resultados demonstran que Fe (HL)2 se dissocia en solución acuosa en una espécie catiónica monomérica Fe (HL)1+, Fe+2 y HL-. El anión HL actua como monodentado.

La constante de baja estabilidad KFe (HL)1, cerca de 20L.mol-1 entre 0 e 25ºC, resulta en la conclusión de que el Fe (HL)2 es casi completamente disociado en Fe+2 y HL- cerca del pH 5, por lo tanto, la formación del complejo (chelato) no contribuye significativamente para el aumento de la absorción del Hierro. Entre pH 6 y 8 observase un efecto en el aumento de la solubilidad del ascorbato que puede ser relevante para la absorción de hierro a partir de ascorbato ferroso.

La pregunta que resta es:¿ Cual es el papel de las Huminas en eso?
Religiosos y físicos convergen en que la particula que dió origen a la Vida en la Tierra son derivadas de los ácidos húmicos y algunos van aún más lejos al decir que esa vida surgió en las entrañas del Kilimanjaro. Las dimensiones y comportamiento de los ácidos húmicos 1(x10-10) (foto) parecen comprovar la acertiva. Pero, lo importante es que del Humus deriva la palabra humano, humilde y humildad, virtud impar entre los del cerebro desarrollado de los “neomammalians” en un mundo donde aún abundan “reptilianos”.

Sin embargo, tanto el humus cuanto sus sales estuvieron prohibidos o segregados desde los albores de la Sociedad Industrial Moderna en 1842 y escorzados desde la Revolución Rusa; Con todo, hoy día están en voga y moda con insumos postmodernos como el afamado Ácido Fúlvico de Syngenta ampliamente comercializado. Mas, los chinos rescataran la importancia climática de las huminas hasta entonces desconocidas y que ahora todos buscan estudiar, opinar sobre su importancia para no sumergir en la des-actualización servil.

Las Huminas son la fracción de las sustancias húmicas insolubles en soluciones de álcalis o ácidos, producidas durante la desidratación de azúcares o conversión de celulosa en compuestos menores. Las huminas aumentan com la condensación de Furfural e Hidroximetilfurfural, productos de la deshidratación de pentosas e hexosas.

Son sustancias orgánicas de alto peso molecular, que varian de 100.000 a 10.000.000, cuando los Hidratos de Carbono van de 500 hasta 100.000 y componen más de 50% del total de Carbono Orgánico de los suelos; Tienen color marron oscura, pero sus estructuras son vagamente descriptas en las técnicas analíticas de los ácidos húmicos.

Sus propiedades químicas y físicas en el suelo son importantes por su resistencia a la descomposición, la más lenta entre las sustancias húmicas. Ellas garantizan la capacidad del suelo en retener agua y mejorar la estructura y estabilidad del suelo como un poderoso sistema de intercambio catiónico y mejorar en general su fertilidad siendo un elemento clave para la Seguridad Climática del Planeta en el Antropoceno.

1. Las huminas son clasificadas en: Huminas No Extraibles (HNE) y Huminas Extraibles (HE). Para su determinación y separación pesar 5 gramas de suelo seco naturalmente, molido y cernido en vual. Misturado en 50 ml de NaOH a 0,5% (equivale a 0,125 Molar) y después de los tres giros del 6.6.6 tradicional dejar la solución decantar por 24 horas.

2. Tomar una alícuota de 10 ml del sobrenadante y misturar con la solución composta de [0,5 ml de ácido Acético + 8,5 ml de Etanol absoluto + 1 ml de glicerina bidestilada]. Agitar bien y dejar precipitar. Pesar una hoja de papel filtro y anotar su tara con lápiz. Doblar y filtrar la solución del suelo. Descartar el filtrado. Solubilizar el resíduo con 10 ml de NaOH al 2% (equivale a 0,5M) y lavar el filtro tres veces con el propio filtrado para solubilizar totalmente. El residuo que queda en el filtro es de Huminas No Extraibles (HNE). Lavar el filtro con agua destilada y dejxar secar bien para pesar su cantidad descontando el valor de la tara anotada en el papel filtro. (Observe que la alícuota corresponde a 0,5 gramas de suelo. El valor multiplicado por 200 se tiene el porcentaje en el suelo). Precipitando la solución filtrada, nuevamente con la misma solución de Ac. Acét+EOH y Glicerina filtrando sobre papel filtro previamente tarado, descarte el filtrado y deje secar el filtro, pese y tenemos la cantidad de Huminas Extraibles en g%.

3. La solución contiene Huminas Extraibles (HE). Se hace un cromatograma con la muestra y al llegar a la segunda marca retirase de la solución alcalina al 2% (0,5M) y sin cambiar el pavilo de papel se hace correr sobre n-Butanol + 10 gotas de glicerina bidestilada, hasta el margen del papel. Obtienese la composición espectral holográfica de las Huminas Extraibles de rara belleza.

4. Huminas es la transformación progresiva del ácido húmico, fúlvico e himatomelánico en la sintropia microbiana en los períodos propícios para su metabolismo, llamado de humogénicos (formador de humus). En los períodos de dificultad para la vida microbiana hay el consumo de una parte del humus producido y es denominados de período humolítico, importante para la resiliencia a la adversidad. Reiteramos que ellas posen elevado peso molecular próximo a 100 mil hasta sobre 10 millones.

5. Las corporaciones en la agricultura usan la Biologia Molecular para transformar ácidos húmicos en insumos sostenibles postmodernos. Lo inteligente seria desvendar los mecanismos enzimáticos que transforman huminas en ácido húmico y fúlvico, post crises humolíticas. Entonces, la prioridad seria investir en los mecanismo de intervención de eléctrones de Silício, Carbono y Hierro para quiebra de ellas y mayor formación de ácidos húmicos en ambos períodos. La técnica de Zancada et al. (2004), Aranda y Oyonarte (2006) publicada en la tesis doctoral del Farm A. L. Pérez Lomas en la Universidad de Granada.

Para evitar que el reduccionismo de las corporaciones del agronegócios fagociten dominen las iniciativas agroecológicas por el discurso sociológico, vacío de la casi totalidad de sus amantes, predicadores y oportunistas, el Kokopilli salí en las noches de luna llena en este planeta devastado rumbo al desierto de vida para humedecer nuesro primer corazón y garantizar su restauración, ecopoiesis y alimentación sana. FOTO1

La extracción e identificación de las Huminas a la par con la Salud en el Suelo, evita el Cambio Climático y preserva la Salud en el Planeta en el denominado Antropoceno sin la necesidad del complejo rictual en el trabajo científico CHARACTERIZATION OF BULK SOIL HUMIN AND ITS ALKALINE-SOLUBLE AND ALKALINE-INSOLUBLE FRACTIONS de Cuilan Li1 Shuqing Gao 1 Qiang Gao1 Lichun Wang2 Jinjing Zhang 1 * 1Jilin Agricultural University, College of Resource and Environmental Science, Changchun, China. 2Institute of Agricultural Resources and Environments, Jilin Academy of Agricultural Sciences, Changchun, China. Difícil hasta mismo en laboratórios sofisticados. FOTO2

El cuadro modificado de Dixon, J. B. and S. B. Weed, 1989. Page 95 In "Minerals in Soil Environments". Soil Science Society of America, Madison, Wisconsin, 1244 pages y encontrado en ORGANIC MATTER, HUMUS, HUMATE, HUMIC ACID, FULVIC ACID AND HUMIN: THEIR IMPORTANCE IN SOIL FERTILITY AND PLANT HEALTH de R.E Petit de la A&M, Texas permite entender la importancia del ácido fúlvico con sus 67 valencias para intercambiar en las reacciones bioquímicas, químicas e biológicas y oxi-reducción de la matéria orgánica en el suelo y su peso molecular va de mil a 10 mil. (El ácido Fúlvico, que algunos de forma reduccionista lo clasifican fuera de los ácidos húmicos del suelo, tal vez para facilitar su transformación en insumos moderníssimo en el mercado biotecnológico, es la parte menor de los Ácidos Húmicos.). FOTO 3

El ácido húmico con pocas valencias, pero una cadena de bien mayor comprimento y peso molecular de 100 mil. Ya el ácido himatomelánico es el de cadena más compleja.

Las Huminas tienen una estructura bastante larga y un peso molecular superior a 10 millones con una gran estabilidad lo que garantiza para la sociedad industrial un depósito estratégico de Carbono Orgánico en el Suelo que se fijado por la microbiota del suelo garantiza la transferencia de matriz tecnológica para la biotecnología y políticas financieras sobre el manejo de estos depósitos en el interes de las industrias contaminadoras.

sexta-feira, 27 de outubro de 2017

Uma síntese da Vida no Solo


_OS ORGANISMOS VIVOS QUE HABITAM O SOLO NÃO FAZEM COMO NÓS FAZEMOS AO CONSUMIR RECURSOS PARA ESGOTÁ-LO E PRODUZIR LIXO. A DINÂMICA DA VIDA NO SOLO ESTÁ EMBASADA NA PERFEITA HARMONIA E BIO-RECIRCULAÇÃO EVOLUTIVA DE TODOS OS MATERIAIS QUE TOMAM E UTILIZAM ÁGUA E AR DA TERRA._

No solo abrigam-se infinitas relações e formas de vida, desde a macrovida a microvida: mamíferos, artrópodes, moluscos, lombrigas (minhocas), algas, amebas, fungos, actinomicetos, bactérias e raízes integram o solo em grande parte, e deles depende a Vida na Terra. No solo estão contidas as bases históricas da simbiose de todos os processos biológicos, bioquímicos e energéticos para que o mundo mineral e o mundo vivo se encontram em estreitas relações.


A agriCultura Orgânica reconhece este mundo invisível, muito mal compreendido ou não compreendido pela a maioria dos agrônomos/as. As infinitas relações e reações energéticas e bioquímicas da microvida da vida no solo permitem a incorporação da matéria orgânica (M.O.) no mundo vivo, e igualmente fazem possível que funcione a energia química e a matéria mineral da terra, a energia do Sol e a energia mineral e orgânica da terra. 

Os microrganismos do solo representam o mais completo e complexo sistema digestivo para as plantas: além de preparar o menu de fertilidade equilibrada, são os encarregados de digerir os restos orgânicos, fabricar húmus, sintetizar fertilizantes orgânicos, solubilizar elementos minerais e em muitos casos são capazes de desintoxicar o próprio solo e libertá-lo de contaminações. A harmonia desta digestão é o resultado do trabalho sincronizado de biotelas em rede e o especializado de cada grupo de microrganismos que atuam no solo. Somente assim os minerais do solo e as substâncias orgânicas são transformadas, degradadas, reorganizadas, recirculadas, armazenadas e postas em disposição das plantas e dos animais, entre eles o ser humano, pois os mecanismos que governam a fertilidade, a pedogêneses, a biodiversidade e a produção primária e secundária do solo dependem mais dos fenômenos biológicos e bioquímicos da Natureza que de fatores físicos e químicos nos quais as universidades e as indústrias tem posto mais ênfases (e dedicação corrupta) ao poder econômico que lhes tem representado. Atualmente a própria indústria confessa que são coisas do passado pois sua atenção já está concentrada na nanobiotecnologia da vida no solo.   

Fonte: Agricultura Orgánica - Harina de Rocas y la Salud del Suelo al alcance de todos, Jairo Restrepo Rivera / Sebastião Pinheiro - Juquira Candirú Satyagraha, Brasil - Colombia - México - Octubre de 2009.

PDF disponível para os objetivos de uma educação agrária em que o Ser inteligente dotado de iniciativas lhe possa ajudar a Ser livres na compreensão do temor e causas do Temor... 
Mande nos um e-mail: emporioagricola@gmail.com  . abç Oliver Blanco    

 

quinta-feira, 26 de outubro de 2017

Os Malverdes


Malverde

26 de outubro de 2017
por Sebastião Pinheiro
-página do Facebook-

Ao retornar dos estudos na Alemanha Federal, um território militarmente ocupado trouxemos elementos interessantes sobre a Sociedade Industrial Moderna, sua ideologia muito bem delineada no manifesto futurista, o que a eles muito custou desde a unificação (1871). Tardamos quase 40 anos para entender a América Latina e o Brasil no, agora, ANTROPOCENO EUROCENTRISTA, onde o camponês/operário transforma fótons em cadeias de Carbono dos Alimentos roubado pelas autoridades.

Manifesto Futurista, de Filippo Tommaso Marinetti, Le Fígaro, fevereiro de 1909

 "Então, com o vulto coberto pela boa lama das fábricas - empaste de escórias metálicas, de suores inúteis, de fuligens celestes -, contundidos e enfaixados os braços, mas impávidos, ditamos nossas primeiras vontades a todos os homens vivos da terra:

1. Queremos cantar o amor ao perigo, o hábito da energia e da temeridade.
2. A coragem, a audácia e a rebelião serão elementos essenciais da nossa poesia.
3. Até hoje a literatura tem exaltado a imobilidade pensativa, o êxtase e o sono. Queremos exaltar o movimento agressivo, a insônia febril, a velocidade, o salto mortal, a bofetada e o murro.
4. Afirmamos que a magnificência do mundo se enriqueceu de uma beleza nova: a beleza da velocidade. Um carro de corrida adornado de
grossos tubos semelhantes a serpentes de hálito explosivo... um automóvel rugidor, que parece correr sobre a metralha, é mais belo que a Vitória de Samotrácia.
5. Queremos celebrar o homem que segura o volante, cuja haste ideal atravessa a Terra, lançada a toda velocidade no circuito de sua própria órbita.
6. O poeta deve prodigalizar-se com ardor, fausto e magnificência, a fim de aumentar o entusiástico fervor dos elementos primordiais.
7. Já não há beleza senão na luta. Nenhuma obra que não tenha um caráter agressivo pode ser uma obra-prima. A poesia deve ser concebida como um violento assalto contra as forças ignotas para obrigá-las a prostrar-se ante o homem.
8. Estamos no promontório extremo dos séculos!... Por que haveremos de olhar para trás, se queremos arrombar as misteriosas portas do Impossível? O Tempo e o Espaço morreram ontem. Vivemos já o absoluto, pois criamos a eterna velocidade onipresente.
9. Queremos glorificar a guerra - única higiene do mundo -, o militarismo, o patriotismo, o gesto destruidor dos anarquistas, as belas ideias pelas quais se morre e o desprezo da mulher.
10. Queremos destruir os museus, as bibliotecas, as academias de todo o tipo, e combater o moralismo, o feminismo e toda vileza oportunista e utilitária.
11. Cantaremos as grandes multidões agitadas pelo trabalho, pelo prazer ou pela sublevação; cantaremos a maré multicor e polifônica das revoluções nas capitais modernas; cantaremos o vibrante fervor noturno dos arsenais e dos estaleiros incendiados por violentas luas elétrica: as estações insaciáveis, devoradoras de serpentes fumegantes: as fábricas suspensas das nuvens pelos contorcidos fios de suas fumaças; as pontes semelhantes a ginastas gigantes que transpõem as fumaças, cintilantes ao sol com um fulgor de facas; os navios a vapor aventurosos que farejam o horizonte, as locomotivas de amplo peito que se empertigam sobre os trilhos como enormes cavalos de aço refreados por tubos e o voo deslizante dos aviões, cujas hélices se agitam ao vento como bandeiras e parecem aplaudir como uma multidão entusiasta.

É da Itália que lançamos ao mundo este manifesto de violência arrebatadora e incendiária com o qual fundamos o nosso Futurismo, porque queremos libertar este país de sua fétida gangrena de professores, arqueólogos, cicerones e antiquários.

Há muito tempo que a Itália vem sendo um mercado de belchiores. Queremos libertá-la dos incontáveis museus que a cobrem de cemitérios inumeráveis.

Museus: cemitérios!... Idênticos, realmente, pela sinistra promiscuidade de tantos corpos que não se conhecem. Museus: dormitórios públicos onde se repousa sempre ao lado de seres odiados ou desconhecidos! Museus: absurdos dos matadouros dos pintores e escultores que se trucidam ferozmente a golpes de cores e linhas ao longo de suas paredes! Que os visitemos em peregrinação uma vez por ano, como se visita o cemitério dos mortos, tudo bem. Que uma vez por ano se desponte uma coroa de flores diante da Gioconda, vá lá. Mas não admitimos passear diariamente pelos museus, nossas tristezas, nossa frágil coragem, nossa mórbida inquietude. Por que devemos nos envenenar? Por que devemos apodrecer?

E que se pode ver num velho quadro, senão a fatigante contorção do artista que se empenhou em infringir as insuperáveis barreiras erguidas contra o desejo de exprimir inteiramente o seu sonho?... Admirar um quadro antigo equivalente a verter a nossa sensibilidade numa urna funerária, em vez de projetá-la para longe, em violentos arremessos de criação e de ação. Quereis, pois, desperdiçar todas as vossas melhores forças nessa eterna e inútil admiração do passado, da qual saís fatalmente exaustos, diminuídos e espezinhados?

Em verdade eu vos digo que a frequentação quotidiana dos museus, das bibliotecas e das academias (cemitérios de esforços vãos, calvários de sonhos crucificados, registros de lances truncados!...) é, para os artistas, tão ruinosa quanto a tutela prolongada dos pais para certos jovens embriagados, vá lá: o admirável passado é talvez um bálsamo para tantos os seus males, já que para eles o futuro está barrado... Mas nós não queremos saber dele, do passado, nós, jovens e fortes futuristas!

Bem-vindos, pois, os alegres incendiários com os seus dedos carbonizados! Ei-los!... Aqui!... Ponham fogo nas estantes das bibliotecas!... Desviem o curso dos canais para inundar os museus!... Oh, a alegria de ver flutuar à deriva, rasgadas e descoradas sobre as águas, as velhas telas gloriosas!... Empunhem as picaretas, os machados, os martelos e destruam sem piedade as cidades veneradas!

Os mais velhos dentre nós têm 30 anos: resta-nos assim, pelo menos um decênio mais jovens e válidos que nós deitarão no cesto de papéis, como manuscritos inúteis. - Pois é isso que queremos!

Nossos sucessores virão de longe contra nós, de toda parte, dançando à cadência alada dos seus primeiros cantos, estendendo os dedos aduncos de predadores e farejando caninamente, às portas das academias, o bom cheiro das nossas mentes em putrefação, já prometidas às catacumbas das bibliotecas.

Mas nós não estaremos lá... Por fim eles nos encontrarão - uma noite de inverno - em campo aberto, sob um triste telheiro tamborilado por monótona chuva, e nos verão agachados junto aos nossos aviões trepidantes, aquecendo as mãos ao fogo mesquinho proporcionado pelos nossos livros de hoje, flamejando sob o voo das nossas imagens.
Eles se amotinarão à nossa volta, ofegantes de angústia e despeito, e todos, exasperados pela nossa soberba, inestancável audácia, se precipitarão para matar-nos, impelidos por um ódio tanto mais implacável quanto os seus corações estiverem ébrios de amor e admiração por nós.

A forte e sã injustiça explodirá radiosa em seus olhos - A arte, de fato, não pode ser senão violência, crueldade e injustiça.

Os mais velhos dentre nós têm 30 anos: no entanto, temos já esbanjado tesouros, mil tesouros de força, de amor, de audácia, de astúcia e de vontade rude, precipitadamente, delirantemente, sem calcular, sem jamais hesitar, sem jamais tra as ameaças repousar, até perder o fôlego... Olhai para nós! Ainda não estamos exaustos! Os nossos corações não sentem nenhuma fadiga, porque estão nutridos de fogo, de ódio e de velocidade!... Estais admirados? É lógico, pois não vos recordais sequer de ter vivido! Erectos sobre o pináculo do mundo, mais uma vez lançamos o nosso desafio às estrelas!

Vós nos opondes objeções?... Basta! Basta! Já as conhecemos... Já entendemos!... Nossa bela e hipócrita inteligência nos afirma que somos o resultado e o prolongamento dos nossos ancestrais. - Talvez!... Seja!... Mas que importa? Não queremos entender!... Ai de quem nos repetir essas palavras infames!… Cabeça erguida!...

Eretos sobre o pináculo do mundo, mais uma vez lançamos o nosso desafio às estrelas."


Desejamos que faças o contraponto com o aforismo de von Goethe sobre a “Teoria da Natureza” para perceber ambos significados para as comunidades de camponeses que se levantaram na Revolução Francesa (1760 - 1772); os escravagistas da Revolução Norte-americana (1771-1776; os camponeses e indígenas da Revolução Mexicana (1910 -1919), e finalmente as Revoluções Cubana (1959) e Iraniana (1979). Caso não concorde rogamos que leia o livro: “A Sociedade do Risco para uma nova Modernidade, de Ulrich Beck de 1986, de onde extraímos estes trechos:

“Contra as ameaças da natureza exterior aprendemos a construir cabanas e acumular conhecimentos. Pelo contrario, estamos quase entregues sem proteções às ameaças industriais da segunda natureza incluída no sistema industrial. Os perigos se converteram em policiais do consumo normal. Viajam com o vento e com a água, estão presentes em tudo e atravessam com o mais necessário para a vida (o ar, o alimento, a roupa, os móveis) todas as zonas protegidas da modernidade, que estão controladas tão estritamente. Onde após o acidente estão excluídas a defesa e a prevenção, só resta como atividade (aparentemente) única: negar, uma tranquilidade que dá medo e de desenvolve sua agressividade na medida que os afetados são condenados à passividade. Este resto de atividade à vista do resto do risco existente realmente tem na não-imaginibilidade e impercepitibilidade do perigo seus cúmplices mais poderosos. O contrario da natureza socializada é a socialização da destruição da natureza, sua transformação em ameaças sociais, econômicas e políticas do sistema de sociedade mundial superindustrializada.” ...

“A história da divisão dos riscos mostra que estes seguem, igual às riquezas, o esquema e classes, mas ao revés: As riquezas se acumulam em cima e os riscos em baixo. Portanto, os riscos parecem fortalecer e não suprimir a Sociedade de classes... A miséria é hierárquica, e o smog é democrático.”
“A evidencia da miséria impede a percepção dos riscos: mas só sua percepção, não sua realidade nem seu efeito: Os riscos negados crescem especialmente bem e rápido. Em um nível determinado da produção social que se caracteriza pelo desenvolvimento da indústria química (mas também pela tecnologia nuclear, a microeletrônica e a tecnologia genética), o predomínio da lógica, os conflitos da produção da riqueza e, portanto, a indivisibilidade social da sociedade do risco não são uma prova da irrealidade desta, senão ao contrário: São um motor de seu surgimento e, portanto, uma prova de sua realidade.”

“Frente a eles, a crítica da ciência e os medos ao futuro são estigmatizados como “irracionais”. Eles seriam – se diz – as autenticas causas de todos os males. Pois o risco formaria parte do progresso, igual que a onda de proa do barco em alto mar. O risco não seria uma invenção da Idade Moderna, e incluso seria aceito em muitos âmbitos da vida social.”

“Da Solidariedade da miséria à solidariedade do medo? …. o movimento que se põe em marcha com a sociedade do risco se expressa na frase: Tenho medo! Em lugar da comunidade da miséria aparece a comunidade do medo. Neste sentido, o tipo da sociedade do risco marca uma época social na que a solidariedade surge por medo e se converte numa força política.”

“Esta distinção na afetação pelas posições de classe e de risco é essencial. Falando de maneira esquemática e precisa, em posições de classe o Ser determina a consciência, enquanto que em situações de risco sucede ao contrário, a consciência determina o Ser.”

“Um truque de magica aberta: Os valores limites de tolerância… Já que os cientistas nunca estão desprevenidos, tem para sua própria ignorância muitos termos, muitos métodos, muitas cifras. Um conceito chave para o “eu tampouco sei” no trato com riscos é o conceito de “valores limites de tolerância” … Ainda que os valores limites de tolerância evitem o pior, supõe a vez uma “carta branca” para envenenar um pouco à natureza e ao homem. Aqui não vamos nos ocupar do fato que os valores, também valores limites de tolerância, não foram em seu dia um assunto de química senão de ética”. ...Os valores limites de tolerancia o pouco de envenenamento traz normalidade.”

“… as reflexões precedentes significam: O final da contraposição entre natureza e sociedade. Dito: A Natureza já não pode ser pensada sem a Sociedade e a sociedade já não pode ser pensada sem a natureza.”

Ainda mais, quando nela o camponês ultrassocial necessita transformar o Sol em cadeias de Carbono para os alimentos e é mantido na ignorância por uma academia incompetente, servil e vaidosa submetida aos desígnios da Indústria Internacional de Alimentos (Complexo Agroindustrial Militar de Eisenhower, 1954), que lhe nega existência.


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