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'Ofereço-me para cooperar com amor a fim de compartilhar a abundância de meu coração.'
'Comunico-me sem apegos e descubro a harmonia de evoluir na Terra.'

sexta-feira, 22 de setembro de 2017

NOTA PÚBLICA: Ameaças e violência em comunidades do Cerrado piauiense

Umberto Lenzi’s Spasmo (1974)
As entidades que compõem a Articulação Piauiense dos Povos Impactados pelo MATOPIBA (APIM), com o apoio de organizações nacionais e internacionais, vêm a público denunciar o clima de ameaças, insegurança e medo que reina em boa parte das comunidades do Cerrado piauiense, principalmente nos municípios de Baixa Grande do Ribeiro, Santa Filomena, Gilbués, Bom Jesus, Currais e Monte Alegre, para onde o capital avança com devastação ambiental e opressão junto às famílias das comunidades locais, para se apropriar dos bens naturais abundantes no bioma.*

Fomos informados que, no dia 19 de setembro de 2017, o senhor Adaildo José da Silva, morador do povoado Morro D’água, no município de Baixa Grande do Ribeiro (PI), ao sair de sua casa para levar os filhos para a escola, foi vítima de uma emboscada, em que foi ameaçado de morte com o uso de um facão e agredido física e verbalmente pelo senhor Valdimar Delfino dos Santos a serviço de quem se apresenta como proprietário da área. Vale destacar que esta é mais uma das ameaças que o camponês sofre, pois desde o ano passado já registrou pelo menos quatro Boletins de Ocorrência denunciando as ameaças sofridas, bem como recebeu uma notificação extrajudicial para que abandone a terra em que nasceu, foi criado e que até hoje vive. 

Nem mesmo a presença da Caravana Internacional em Defesa do Cerrado, ocorrida no período de 05 a 11 de setembro de 2017, que percorreu a região e constatou violações de direitos à vida e que colheu abundantes depoimentos sobre ameaças, intimidações e agressões que os camponeses sofrem diariamente para cederem lugar ao agronegócio, foi suficiente para cessar as ameaças às famílias camponesas. Uma das comunidades visitadas foi a de Melancias, no município de Gilbués, próxima da localidade Morro D’água, onde vive o senhor Adaildo.

Desde 2004, na terra em que Adaildo vive, tem se apresentando como suposto proprietário um advogado de Brasília, Bauer Souto Santos. Ele diz ter adquirido naquele ano a propriedade e que nela encontrou a família de Adaildo, com quem teria feito um comodato verbal, pelo qual ele poderia permanecer na área.

Mesmo com o suposto acordo verbal, começaram as pressões para que o posseiro abandonasse a área. Pressões que se converteram em ameaças e que têm se repetido com frequência, haja vista os quatro Boletins de Ocorrência que o senhor Adaildo se viu obrigado a registrar.

No dia 31 de julho de 2017, o advogado Bauer Souto encaminhou ao posseiro uma notificação extrajudicial, dando-lhe o prazo de 30 dias para desocupar a fazenda sob alegação de que ele estaria favorecendo que terceiros ocupassem a área, ameaçando-o de entrar com processo judicial contra ele.

Diante da situação de total insegurança em que a família do senhor Adaildo e tantas outras da região vivem, as entidades da APIM manifestam publicamente total solidariedade e apoio a essas famílias, repudiam todas as formas de opressão contra os camponeses e reivindicam das autoridades competentes providências no sentido de garantir a integridade física e as condições de vida com dignidade às famílias camponesas.

Teresina, Piauí, 22 de setembro de 2017.

Comunicação: Comissão Pastoral da Terra


* Na América Latina basta querer ver a violência com que as commodities da soja de Henry Ford e Hitler em criar uma situação de fomento para a secessão na Bolívia e no Brasil na região MA-TO-PI-BA estando subordinada as comercializadoras de soja Cargill e Bunge... Este sistema mercadológico em que inclui commodities fictícias, trabalho, terra, não representa a região, e a Cultura ali estabelecida; futuro obscuro no qual o Brasil se embriaga no veneno da multinacionais e corruptos do agronegócio... 


PUBLIC NOTE: Threats and violence in communities in the Cerrado of Piauí
The entities that make up the Piauiense Articulation of the Populations Impacted by MATOPIBA (APIM) with the support of national and international entities who sign this note come to the public to denounce the climate of threats, insecurity and fear that reigns in most of the communities of the Cerrado of Piauí, especially in the municipalities of Baixa Grande do Ribeiro, Santa Filomena, Gilbués, Bom Jesus, Currais and Monte Alegre where corporations advance with environmental devastation and oppression of the families in the local communities, in order to appropriate the abundant natural assets in the biome.

We were informed that on September 19, 2017, Mr. Adaildo José da Silva, a resident of Morro D'água, in the municipality of Baixa Grande do Ribeiro (PI), on leaving his home to take his children to school, was a victim of an ambush, in which he was threatened with the use of a machete and physically and verbally assaulted by Mr. Valdimir Delfino dos Santos at the service of the person who presents himself as the owner of the area. It is worth mentioning that this is one of many threats that the farmer has suffered, since last year he has registered at least four Occurrence Bulletins denouncing the threats suffered, as well as received an extrajudicial notification to leave the land where he was born and raised and where he still lives today.

Not even the presence of the Caravana Internacional in Defense of the Cerrado that toured the region September 05 to 11 finding human rights violations and collecting abundant testimonies about threats, intimidation and aggression that the family farmers suffer daily to give way to agribusiness, was enough to stop the threats to peasant families. One of the communities visited was that of Melancias, in the municipality of Gilbués, near Morro D'água, where Mr. Adaildo lives.

Since 2004, a lawyer from Brasília, Bauer Souto Santos, has been presenting himself as the alleged owner of the land where Adaildo lives. He claims to have acquired the estate that year and that he found Adaildo's family, with whom he would have made a verbal agreement, by which they could remain in the area.

Even with the supposed verbal agreement, the pressure began for the family to leave the area. Pressures that have become threats and have recurred frequently, given the four Bulletins of Occurrence that Mr. Adaildo was obliged to register.

On July 31, 2017, lawyer Bauer Souto sent the family an extrajudicial notice, giving him 30 days to vacate the farm on the grounds that he was favoring third parties occupying the area, and threatening to enter with proceedings against him.

Faced with the situation of total insecurity in which the family of Mr. Adaildo and many others in the region live, the APIM entities publicly express total solidarity and support to these families, repudiate all forms of oppression against the families and demand from the competent authorities measures in the sense of ensuring physical integrity and dignified living conditions for family farmers.

Teresina, Piaui, 22 September 2017


Aidenvironment – Holanda
Articulação Nacional de Quilombos (ANQ)
Associação de Advogados/as de Trabalhadores/as Rurais – AATR/Bahia
Associação Quilombola do Cumbe/Aracati – CE
Associação dos Remanescente Quilombolas da Ilha de São Vicente – TO
Campanha Nacional em Defesa do Cerrado
Cáritas Brasileira – Piauí
Coordenadoria Ecumênica de Serviço – CESE
Comissão Pastoral da Terra – CPT
Confederação Nacional dos Trabalhadores e Trabalhadoras na Agricultura Familiar Do Brasil – CONTRAF Brasil
CLOC – Via Campesina
Escola de Formação Paulo de Tarso
Federação de Órgãos para Assistência Social e Educacional – FASE
Federação dos Trabalhadores na Agricultura – Piauí
Federação dos Agricultores Familiares do Estado do Piauí
FIAN Internacional
FIAN Suécia
FIAN Alemanha
Fundação Barros
Coletivo Acadêmico Ledoc Bom Jesus
Maryknoll Office for Global Concerns
Movimiento Nacional Campesino Indígena da Argentina
Movimento Pela Soberania Popular na Mineração (MAM)
Obra Kolping
Rede Social de Justiça e Direitos Humanos
ReExisTerra NAEA/UFPA
Via Campesina Internacional
Via Campesina Brasil
Via Campesina América Central 

Reforçamos:
Juquira Candirú Satiagraha 
@extensionistas - Saúde no Solo
Blanco Agroecologia 

terça-feira, 12 de setembro de 2017

Escuelas de Agroecología en Latinoamérica

Quadro pintado pelo artista plástico Josemar Teixeira, MST Apiaí/SP -

Agradezco la invitación como una responsabilidad muy superior a mi capacidad y conocimiento, por lo que debo encarar un medio de ofrecer subsidios para el debate de ustedes y con ustedes en la búsqueda de luz más allá de mi condición de un extranjero en un país donde campesinos, como me enseño en amigo Tomás Villabuena, recibieron un religioso a hablar de Dios, cuando estaban ha mucho acostumbrados a hablar con Dioses… (1) La violencia estructural es siempre más inconsciente por quien la sufre con mayor intensidad. 

Eso es inconsciente en cada uno de nosotros.  No percibimos que la industria no produce alimento, apenas crea, para quien no tiene naturaleza, y necesita con su capacidad transformarlos y conservarlos en las condiciones posibles, desvitalizados, con menores calidades y más altos costos y es impuestos por mercadotecnia para quien no lo necesita a través de artificios desde las cercas sobre la tierra en Speenhamland en 1795 en Berkshire Inglaterra… (2)  Según Polanyi (2000) también 'inconscientes' la sociedad se resistió a todas las iniciativas que pretendían "transformarla en mero apéndice del mercado".

La agricultura moderna de su revolución verde, nasció para barrar la tercera revolución roja (China), que podría alastrarse por el mundo.  El capital dominó el trabajo y la naturaleza en las actividades campesinas en la agricultura. Sin embargo la Revolución Verde murió y permanece insepulta, pues se transmutó en Sustentable o Sostenible con el Nuevo Orden post-GATT o OMC con la osadía ideológica de denominarse de Agronegocios, donde la relación Capital – Trabajo se escarza en su límite, en un país donde los campesinos alcanzarán la tierra y con eso todos los derechos y beneficios del Estado Nacional.

Perdonen mi prolijidad, pero es necesario disecar la violencia estructural en el neologismo Agronegocios.  Negación del ocio en la agricultura. Como la actividad ultra social, agricultura no existe en la naturaleza, es un tiempo humano, repito ultra social, jamás podría ser encuadrado como ocio y su negación es algo esdrújulo por lo antes expuesto.  

Lo basilar es que ignoramos que por detrás de eso está una ideología encubriendo que la matriz química poderosa a partir de 1842 y agotada en 1986 con los desastres de Seveso/Sandoz/Bophal/Three Miles Island/Tchernobyl. No por los desastres en sí, pero por las ventajas comparativas surgidas por su agotamiento tecnológico y mega rentabilidad financiera.

La nueva matriz es la biotecnología con la poderosa herramienta de la biología molecular. Entonces ahora podemos entender la negación del ocio de ir buscar las materias primas en la naturaleza, accesible a todos, con ventajas para los que a tienen, y el nuevo privilegio de la biosíntesis en la naturaleza como privilegio tecnológico del Capital, no más de estados nacionales, pero de Gigantes corporaciones que superan estados nacionales y los derechos a las mínimas necesidades como agua y aire. (3)


Eso coloca en el mismo plano los campesinos de misma identidad de Atenco, Karnakata, desplazados en Colombia y Sin Tierra en Brasil que poseen realidades diversas en la sociedad. 


En esta realidad, la formación, educación e infra-estructuras del Estado Nacional en condominio de corporaciones debe atender el orden de la misma forma con en los ordenes anteriores, por lo cual el cambio no es posible de ser notado o discernido. El nuevo neologismo es Agro+Ecologia, que desde 1972 determina todas las directivas para la Sociedad Mundial, alcanzando la cumbre en la Rio 92 su leit motiv conceptual. Su violencia estructural es que el mayor comerciante de algodón, café y frutas orgánicas del mundo no produce una grama de los mismos más tiene en los rubros de su economía las ventajas de servicios. (4)

Mi segundo ejemplo es más drástico, Grobocopatel en Argentina y Blairo Maggi en Brasil siembran algunos millones de hectáreas de soja sin encargos tributarios, responsabilidad social y ambiental sobre la tierra (5). El ejemplo brasileño es más duro, una reserva ambiental de 250 mil hectáreas fue cortada al medio y entregue al Agronegocios para el cultivo de soja en la Amazonia, lo que hizo el Reino de Noruega suspender la ayuda economía para preservarla, al gobierno Michel Temer durante una visita oficial a aquel país en situación esdrújula (6).  En América Latina vemos la commodities soja de Henry Ford y Hitler (7) crear una situación de fomento a la secesión en Bolivia y en Brasil la región MA-TO-PI-BA está subordinada a las comercializadoras de soja Cargill y Bunge.   
¿Que agricultura - agroecología necesitan los campesinos en las situaciones antes nombradas?

La violencia estructural oculta está dentro de la aula cuando el profesor mal entrenado en la matriz anterior de la química no percibe el “nuevo tiempo” y “inconsciente” cumple en desmotivar el estudiante que desea participar de un cambio para una nueva realidad bajo los enfoques de Goethe, Humbold, Zapata, Marini, Freire, Mariatégui o Cienfuegos para la restauración de vínculos no escarzados entre Capital – Trabajo y otros valores que se han perdiendo a través de las violencias estructurales.


Fue dicho en la presentación en Chapingo que los jóvenes fitotecnistas de la década de 70 y 80 están suplantados por los jóvenes de la Agroecología, sin embargo es necesario impedir la violencia estructural en que aquellos fueron formados, entrenados, para que esos puedan avanzar en sintonía con la armonía, cultura y espiritualidad de los campesinos más allá de neologismos de turno.


En Brasil la elite brasileña creó los cursos de Licenciado en Agroecología en áreas lejanas, donde profesores sin cualquier compromiso tiene que enseñar lo que no saben, defraudando jóvenes soñadores bien intencionados pues el orden internacional así determina y la elite agraria terrateniente impone. Son más de 100 cursos que preparan la mano de obra para las grandes corporaciones cambiar los fertilizantes solubles, agrotóxicos químicos y servicios por los biotecnológicos “agroecológicos” de las mismas empresas, consolidando una nueva etapa en la explotación y desmoralización del campesino. Algunos que se dicen estudiosos e intelectuales del alto de sus títulos y arrogancia afirman que no hay más campesinos en el mundo, pues quien maneja dinero no puede ser considerado campesino.  Antes quien hacía subsistencia no podía existir en la agricultura moderna, ahora no puede estar en el mercado. Y la escuela no enseña a entender esas violencias estructurales para defenderse y atacar el sistema. El neologismo de la agroecología tendrá su profesional.  Lo veo como me enseño el Ing. Agr. Tomás Villabuena, con un aforisma: “Él puede hablar con Dios y Campesinos, o Hablar de su Dios a los campesinos, y ganar mucho dinero”. La lectura de Imperio de Antonio Negri y M Hardt (8) en su parte final permitirá enriquecer el acento utilizado.

Como Lograr un Cambio en el Contexto Universitario. ¿Se podrá avanzar algo?

Dígale lo que quieran, pero jamás la industria de alimentos podrá competir con la producción agroecológica campesina de alimentos, pues le falta el elemento fundamental para esa producción, la sabiduría del elemento ultrassocial (campesino), que no puede ser un asalariado sin vínculo a la tierra, talón de Aquiles do Agronegocios, aunque ha inducido la discusión entre académicos que campesino es aquel que hace escambo y no utiliza dinero. Sí, la industria de alimentos es pródiga, principalmente junto a las investigaciones y la educación. ¿Se podrá avanzar algo? Sí, sólo en los moldes de un sistema autónomo de educación indígena/campesino/quilombolas/ y zapatista. (9)  

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(1). La sociedad industrial es pródiga en crear adjetivaciones, cuando no neologismos para mascarar violencias estructurales. 

(2). El termino Agricultura es un sustantivo, que de per se no necesita cualquier adjetivo, pues está compuesto de Agri, agir + Cultura de comprensión auto explicada, pues significa todo relativo al campo, de donde todos somos oriundos desde el nomadismo hasta la actividad ultra social en la Sociedad Industrial, que se autodenomina moderna, suplantando la subsistencia, en nueva actividad de ella derivada en la primera industria del mundo, la industria de alimentos.

(3).  O Ing. Agr. Jairo Retrepo Rivera, añade sobre o “Continuo control total de los bancos de germoplasma de semillas a través de los centros internacionales, haciendo cada vez más imposible que los campesinos tengan accesibilidad de forma libre a sus propias semillas. Persiguiéndolos con leyes, decretos, resoluciones y cárcel. Ver videos disponibles y titulados en internet “El chicharrón del agro en Colombia”, trata sobre el problema de la tierra en Colombia. Segundo video, Resolución 9.70 del instituto colombiano agropecuario (ICA), donde se reprime y prohíbe al campesino por utilizar su propia semilla.
Consúltese también los intereses y los vínculos directos de la fundación Bill y Melinda Gates y El multimillonario mexicano Carlos Slim con el Centro Internacional del Mejoramiento del Maíz y el Trigo en México (CIMMYT), con una inversión de 25 millones de dólares para investigaciones selectivas, en el nuevo complejo de biociencias, inaugurado en febrero de 2013.” 
 
(4). “Los agronegocios nacionales pasan a significar la sustentabilidad sin solución de continuidad para el abasto-suministro mundial de commodities subsidiadas por el hambriento pueblo latinoamericano que debe abastecerse mediante la transformación de la industria para que las quedas internacionales de precios garanticen los negocios a través del consumo interno. Nadie quiere darse cuenta que la acción ultra social es cotidianamente transferida del campesino hacia la industria de alimentos. Por otra parte, la importación de servicios quita valor a los productos y hace que los países centrales, a través de una docena de empresas, monopolicen el comercio internacional de alimentos de calidad. Alemania por ejemplo, siendo la mayor productora de alimentos orgánicos-agroecológicos, su producción agrícola, pesquera y forestal genera solamente 3% de su Producto Interno Bruto. Allá la palabra agroecología es extraña dentro de su academia, su política y su economía sin embargo, es importante para su comercio exterior.”


(5). ‘El "Rey de la Soja", como es conocido el senador, habría sido responsable de la mitad de la devastación ambiental brasileña entre 2003 y 2004, según un estudio de Greenpeace.’ –




(7). “La Caravana Matopiba, compuesta por expertos en derechos humanos y desarrollo económico y rural, evaluó que el grilaje de tierras y la expansión de los monocultivos de soja dejan un rastro de devastación ambiental generalizada, además de innumerables impactos sociales en las comunidades de la región. (…) Durante las primeras visitas, la delegación observó altos niveles de contaminación agroquímica, disminución de los recursos naturales, así como un impacto significativo sobre la salud de las comunidades tradicionales, resultado del monocultivo de la soja.” –

 
(9). El sistema autónomo de educación zapatista: resistencia, palabra y futuro –
http://www.revistapueblos.org/?p=14277 


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