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'Ofereço-me para cooperar com amor a fim de compartilhar a abundância de meu coração.'
'Comunico-me sem apegos e descubro a harmonia de evoluir na Terra.'

segunda-feira, 28 de fevereiro de 2011

A Avó Grilo: O mito da dona da água



Esta é uma história que é contada milenarmente pelo povo Ayoreo, da Bolívia. Dizem eles que no principio havia uma avó, que era um grilo chamado Direjná. Esta avózinha era a dona da água e por onde quer que ela passe com seu canto de amor, a água brotava. Um dia, os netos pediram que ela fosse embora e ela partiu triste. Mas, na medida em que ia sumindo, também a água ia embora. Neste vídeo, a história se atualiza e na sua viagem para lugar nenhum a avó é encontrada pelos empresários que a aprisionam e fazem com que ela faça a água cair apenas nos seus caminhões pipa. Então, eles vendem a água. O povo passa necessidade e sofre. A avózinha também sofre. Até que um dia, o povo entende que é preciso lutar. Então…

Vale a pena ver essa beleza de desenho animado, que representa a poderosa luta dos povos originários contra a mercantilização da natureza.

A produção foi feita na Dinamarca, por The Animation Workshop, Nicobis, Escorzo, e pela Comunidade de Animadores Bolivianos. O trabalho de desenho foi realizado por oito animadores bolivianos, dirigido por um francês, com música da embaixadora da Bolívia na França, e a ajuda de um mexicano e uma alemã. Todos juntos na defesa dos recursos naturais.

Fonte: por Elaine Tavares, http://www.brasildefato.com.br/node/4499

                                          http://vimeo.com/11429985

sexta-feira, 25 de fevereiro de 2011

Cartilha sobre Agricultura Ecológica


                A consciência ecológica deve ser colocada em prática por razões necessárias e simples. O alimento é, e sempre foi, a nossa maior fonte de vida saudável e sociável. Ensina a troca, ensina vivermos em conjunto, ensina os primeiros passos em economia e, garante a preservação da nossa futura geração em equilíbrio com a natureza. Este é o ciclo. Novas sementes – crianças, plântulas, filhotes - são providas e vivemos para garantir sua sobrevivência. Produzir alimento é uma virtude.
                Se Deus criou toda a arquitetura da natureza, então, a natureza é Deus. O homem ensina a destruí-la, provoca suas leis, mata o seu próprio lar, impõe o consumo perdulário de sua criação, o veneno e vários outros bens materiais. Cada vez mais se distância da natureza, não bebe mais a água pura, pois, destrói sua proteção marginal, as árvores. Não obstante, cada vez mais se distância de Deus.
                Para se trabalhar a Agricultura Ecológica é necessário apenas algumas e sábias atitudes administrativas de vida: acreditar na natureza, ser um observador dela, um protetor, um filósofo, um poeta; um guia dos mistérios de Deus e não da ganância dos homens. Negar o que é negativo a vida e  na seara produtiva, buscar a biodiversidade, sempre.
Oliver

 
               Agricultura Ecológica é a resposta Sócio – Ambiental aos efeitos colaterais da agricultura convencional. Fundamenta-se na utilização de recursos naturais locais e renováveis, não admitindo a utilização de agrotóxicos, adubos químicos de alta solubilidade e organismos modificados geneticamente, buscando o resgate do agricultor como protagonista do processo produtivo.

                Cartilha da Agricultura Ecológica - A Cartilha Agricultura Ecológica - Princípios Básicos foi elaborada pela equipe técnica do Centro Ecológico a partir da revisão e ampliação das publicações Trofobiose - Novos Caminhos para uma Agricultura Sadia e Biofertilizantes Enriquecidos. Sua proposta é oferecer uma referência teórica para a produção de alimentos sem o uso de adubos químicos, agrotóxicos e transgênicos. Recursos Naturais, Plantas Indicadoras, Trofobiose, Adubação Verde, Receitas de Caldas e Biofertilizantes, Compostagem e relatos de experiências na Serra Gaúcha são alguns dos assuntos abordados neste material.



terça-feira, 22 de fevereiro de 2011

Salvador Dali

_ veja mais: 352 pinturas de Dali AQUI _

A única diferença entre mim e um louco é que eu não sou louco.
Aos seis anos eu queria ser um cozinheiro, aos sete queria ser Napoleão, as minhas ambições continuaram a crescer ao mesmo ritmo desde então.
Todas as manhãs, quando acordo, a maior das alegrias é minha: a de ser Salvador Dali. (Salvador Dali)
Tauromachia  

FiguerasGypsy

GirlStanding

PortraitOfGala

RiderOfDeath

Ants

LightedGiraffes

GroupOfWomenImitating

ThreeSphinxes

WineGlassAndBoat

GalaNudeFromBehind
Oliver Blanco

Sistematização de Experiências Agroecológicas


Soberania e Segurança Alimentar na Construção da Agroecologia: Sistematização de Experiências

Sistematização de várias experiências conduzidas por associações e cooperativas de base, movimentos sociais e ONG’s, na construção da soberania e segurança alimentar a partir da prática da agroecologia em suas diversas dimensões.
O Grupo de Trabalho em Soberania e Segurança Alimentar (GT-SSA) da Articulação Nacional de Agroecologia (ANA) surge no sentido de resgatar e sistematizar entre as várias experiências conduzidas por associações e cooperativas de base, movimentos sociais e ONG’s, aquelas que apontem caminhos para a construção da soberania e segurança alimentar a partir da prática da agroecologia em suas diversas dimensões, visando a estruturação de um debate qualificado oriundo da realidade concreta das famílias agricultoras/camponesas e consumidoras.
A presente publicação busca ser uma breve fotografia deste rico processo de sistematização, debate, desconstrução e construção de conceitos; processo que se perenizou e hoje se reflete na ação do GT-SSA, que têm levado as dimensões articuladoras da agroecologia, soberania e segurança alimentar para o debate público da construção de políticas públicas, participação nas conferências de SAN e no intercâmbio e diálogo de saberes.

Fonte: http://www.agroecologia.org.br/

***Acesse também o manual de sistematização: APRENDER COM A PRÁTICA uma metodologia para sistematização de experiências, por Jorge Chavez-Tafur. "A atual versão foi revisada e adaptada por Adriana Galvão Freire e Paulo Petersen (membro da equipe editorial da Revista Agriculturas: experiências em agroecologia)."


Oliver Blanco

segunda-feira, 21 de fevereiro de 2011

M U N D U R U K U



Povo de tradição guerreira, os Munduruku dominavam culturalmente a região do Vale do Tapajós, que nos primeiros tempos de contato e durante o século XIX era conhecida como Mundurukânia. Hoje, suas guerras contemporâneas estão voltadas para garantir a integridade de seu território, ameaçado pelas pressões das atividades ilegais dos garimpos de ouro, pelos projetos hidrelétricos e a  construção de uma grande hidrovia no Tapajós.


Estudos de Tribo Indígena Brasileira 
Sugerem Habilidades Geométricas Inatas dos Humanos

Pesquisadores franceses, estudando uma tribo remota da Amazônia, cujos membros jamais tiveram contato com o ensino de conceitos geométricos, obtiveram evidência de que as habilidades geométricas humanas podem ser inatas.
Os índios, da tribo Munduruku, tiveram uma performance surpreendente em testes de conceitos geométricos básicos, apesar de não terem nenhuma escolaridade!


 Fotos mais recentes dos Mundurukus, suas crianças, meninas e meninos, costumes, e o habitat riquíssimo de fauna e flora em que vivem foi registrada pela lente de Tiago Vekho.

Munduruku girl

Munduruku girl

Munduruku childrens playing with a canoe

Munduruku Girl


Corn, Milho, Murada


Sapeca!

Munduruku girls in Biribá Village

 Todos os direitos destas fotos estão reservado. Citar o autor em publicações: Tiago Vekho.
  
...grande abraço Oliver Blanco
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