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'Ofereço-me para cooperar com amor a fim de compartilhar a abundância de meu coração.'
'Comunico-me sem apegos e descubro a harmonia de evoluir na Terra.'

segunda-feira, 14 de setembro de 2015

Biopoder Camponês _

_entenda o porque de defendermos nossa História Natural... por Tião (Juquira Candiru Satiagraha)

"Man, Controller of the Universe" _ Diego Rivera

"força da verdade e não violência"
Tentei imaginar o mural “Man, Controller of the Universe” (foto) contratado a Diego de Rivera para o salão RCA do Rockefeller Center. A RCA mudou de nome e hoje é “GE”; O Rockefeller Center deu lugar às Torres que ontem fez 14 anos do tombamento. Eu, como muitos estava perdido no meio da multidão. Eles chegaram com ansiedade nos olhos, mas bem diferente da situação dos desesperados em Budapeste, Áustria, Grécia e Macedônia desejando chegar ao paraíso alemão. “Os olhos são o espelho da alma”, logo percebi estar perto de minha casa. O palpitar dos corações não era de terror mortal, mas de angustia atual e responsabilidade com as violências internas e externas, para entende-las é preciso ler os últimos capítulos do volume II do livro “LaEspiral de la Energía”, de Ramón Fernández Durán y Luis González Reyes, pois a mega crise está chegando e não é apenas um mural ou nova forma de império. (volume I)
A grande maioria trazia um coração vermelho vivo, nos mais jovens vermelho quase negro, tamanha a esperança; Contudo, uns tinham o coração rosado e cheiravam creme e outros, poucos, exalavam o aroma da nata, creme da creme, como cheira a “ciência” periférica e tinham maior anemia, facilmente curável ao descalçar as botas e calçarem sandálias que deixam marcas de húmus nos pés; húmus de humildade. Ah! Si tudo fosse tão fácil na construção do BIOPODER CAMPONÊS.

Jairo Restrepo Rivera - Bio-Poder
Nos primeiros tempos pós guerra fria, Karl Rove um dos principais neoconservadores, emergido no triunvirato imperial de Reagan, Tatcher, J. Paulus II afirmou: “O importante não é a realidade, mas sua percepção, condicionada pela linguagem... E nós a fazemos”. Isso foi o que desenvolveu Warren Weaver na “Teoria Matemática da Comunicação” entre a fonte e o transmissor, o sinal e o receptor. Fora ficam os ruídos. Para ultrapassar isso o melhor são as metáforas, que etimologicamente está muito além do significado ou sentido e com múltiplas intersecções.
O neologismo AGROECOLOGÍA (AGIR-AGRI + ECOLOGIA) ressoou no Brasil no IIIº Encontro Brasileiro de Agricultura Alternativa em Cuiabá MT, em 1987. Por essa época a palavra AGRIBUSINESS ganhava espaço e seu prócer Ney Bittencourt de Araújo, diretor da empresa de sementes AGROCERES (formada pelos consultores do Grupo Rockefeller com o espolio do sequestro das sementes e linhagens de milho dos agricultores locais durante sua estada para à fundação da Universidade de Viçosa). Agroceres foi durante longo tempo a principal produtora de sementes híbridas de milhos em concorrência com o governo do Estado de São Paulo.
A criação de um neologismo torna necessário se criar a dialética antagônica para seu espelho, pois as dimensões da realidade são complementares e recíprocas. Logo percebemos que Agroecologia é o espelho do Agribusiness, sem importar com a verbalização induzida, e manipulada naquele evento.
Pertence a história os planos do Grupo Rockefeller obrigado a diversificar suas inversões e prioridades na agricultura com especial predileção por sementes, fertilizantes químicos e agrotóxicos. Não é divulgado que o principal artífice do valor das sementes foi o científico (botânico e geneticista) soviético Nikolai Vavilov, que fez grandes expedições pelo mundo coletando na agrobiodiversidade sementes cultiváveis e foi o pioneiro no estudo da imunidade nos vegetais e preservou durante o cerco de Leningrado a maior coleção de sementes do mundo negando-se abandoná-las. Ao contrariar a ignorância do agrônomo Trofim Lysenko, que afirmava haver herança não-mendeliana na vernalização, foi condenado a morte, mas por possuir o título de herói da URSS (Medalha Lênin) teve a pena comutada para 20 anos de prisão e foi levado ao Gulag em Saratov (campo de prisioneiros políticos onde morreu de inanição em 26 de janeiro de 1943), desde então a genética passou a ser uma “ciência burguesa” na União Soviética de Stálin. Somente em 1955 Vavílov foi reabilitado perante a ciência e povo soviéticos.
Os anexos da coleção de sementes de Vavílov na Criméia e Ucrânia foram tomados pela Unidade de Genética de Plantas da SS (Ahnenerbe) e transferida para Lannach no castelo de Graz (Áustria) antes do final da Batalha de Stalingrad por Heinz Brücher, que posteriormente refugiou-se na Argentina onde foi investigador e professor universitário (sendo assassinado por traficantes por desenvolver um vírus para destruir cultivos de Coca em 1991.).
Sobre a Vida no planeta sobressaem se umas poucas espécies, por sua organização recebem o nome de seres “ultrassociais”, entre eles estão as formigas saúvas, cupins, abelhas, ratos-topos e a característica desses seres é que delegam a parte da população a produção de alimentos, a defensa etc. 

A agricultura é um tempo ultrassocial e não existe na natureza. O humano agricultor escravo, em servidão ou livre a tem sob sua responsabilidade. Ela é realizada na Biosfera, a "primeira pele, que dia a dia se transforma, e nos últimos 250 anos a cupidez da modernidade destrói suas perspectivas futura e as faz irreversíveis pela dimensão do Agronegócios, assim chegamos ao Antroposfera, a "segunda pele", que se converte no Antropoceno ao nos darmos conta de nossa capacidade de destruir o Planeta, mas antes estamos destruindo o solo fértil, membrana viva que alimenta a humanidade e seu responsável o camponês, pressionado e oprimido pelas múltiplas violências impostas pela sociedade.

Na construção do biopoder camponês, dados do ETC 2013b y GRAIN, 2014, confirmam que o Agronegócios ocupa de 70 a 80% da terra cultivada, mas só oferece de 30 a 40% da demanda mundial de alimentos. Gera as violências e riscos com efeitos nocivos sobre a vida e à fertilidade do solo;

Enquanto tanto, os camponeses ocupam só de 20 a 30% da terra produtiva, mas provêem de 30 a 35% da população, com impactos positivos e benéficos de sua ação para a sociedade humana, saúde do solo e clima, antagônicos aos impactos dos agronegócios e são submetidos a forte violência internacional.

A retórica da "sustentabilidade" não é suficiente para disfarçar seus impactos negativos e satisfazer os interesses industriais e bancários. Insta as organizações multilaterais, governos e cidadãos a priorizarem os meios para que as tecnologias camponesas fortaleçam a comunidade mediante a proteção da primeira e a segunda pele do planeta para reverter o dano do efeito estufa e mudança climática que ameaça a vida, e podem alcançar a noosfera ou consciência cósmica de Vernadsky, nossa terceira pele.
A práxis coletiva da ação camponesa revitaliza os ciclos do Carbono, Nitrogênio, Enxofre e Fósforo elevando o armazenamento da matéria orgânica e água mediante a fixação dos "gases do efeito estufa" no solo longe de eliminar a ameaça da mudança climática através do reequilíbrio da tranquilidade da humanidade.
Ainda há tempo para as grandes corporações, organizações multilaterais e governos dividirem as responsabilidades e assumirem a responsabilidade das necessidades dos camponeses, nesta nova tarefa, unidas nas funções ultrassociais para a mudança de rumo na agricultura, saúde, alimentação e educação e sem futuro, paz e evolução.
O fato de que as atividades da agricultura camponesa, reverter as ameaças dos gases com Efeito de Estufa e riscos das mudanças climáticas através de técnicas de fixação permanente e crescente de Carbono, Nitrogênio, Enxofre, Fósforo etc., ao solo agrícola, com o aumento da fertilidade e qualidade dos alimentos diametralmente antagônicas à produzida pelo agronegócio, faz com que a necessidade de adoção de um Programa Estratégico Internacional agricultura camponesa para restaurar o clima do planeta Biopoder Camponês, esquecendo a idiotice dita por Margaret Thatcher (1983) de que a "flatulência das vacas" indianas era, também, uma forte fonte de poluição, como se fossem diferente da de outro ser humanos.
Esta ação não é social ou economicamente difícil, mas confrontada com a afirmação de crescimento excessivo do capitalismo mundial, desde a já superada modernidade, ao Estado Híbrido Século XXI (Javier Esteinou Madrid). (Entrevista)
Para entender essa situação são necessárias as leituras antes recomendadas, também para compreender a violência e periódicas chacinas em muitas cidades da América Latina. São dezenas e até centenas de jovens que se somam a cada ano, milhares e até dezenas de milhares de vítimas mortas ou desaparecidas.
Várias chacinas locais têm o impacto de um massacre regional ou continental. Na web procurei o termo “holocausto”, mas a conotação é um pouco diferente. Entre os 10 maiores massacres da humanidade iniciamos com o de Nanquim (China) perpetrado pelo Exército Imperial Japonês; seguido de “Babi yar” pela SS, dentro do Holocausto; depois o de São Bartolomeu na Francia Medieval; seguido pelo da NKVD soviética contra ucranianos e logo Katyn causada pelos mesmos na Polônia. Em sequência temos o de Tessalônica nos tempos antigos e ademais o do exército de Elphinstone. Voltamos à modernidade com o de Sabra e Chatila feito pelas tropas de Israel; já o de Batak foi causado pelos turcos e por fim o de Granada. Recentemente tivemos o massacre dos Tutsies pelos Hutus na tentativa de extermínio, a exemplo do que fizeram Hitler, Stálin, Hiroito, Truman, Pol Pot e outros tão sanguinários, mas pela baixa intensidade de suas ações como Videla, Pinochet ou Napoleão e algumas coroas contra curdos, armênios, árabes, zulus, guaranis, etc.
Então Holocausto é o assassinato de um grupo da sociedade. Quando sua dimensão é maior se trata de um genocídio que pode ser ainda mais silencioso e sanguinário com finalidade lucrativa ou rentável como estamos vivendo com o uso de Gliphosate nos cultivos transgênicos, onde há casos de uso de 20 vezes a dose por desespero de não ter nenhum efeito sobre "ervas daninhas" mutantes resistentes ao herbicida.
Quais são as consequências? - Os agricultores comprovam epidemias de clostridiose (C. dificille) e salmonelose (Salmonella spp.), pois são os únicos organismos que permanecem no ambiente onde há o uso continuado do herbicida. Como Glyphosate é um produto muito antigo, sua patente industrial expirou. Monsanto requereu e obteve a nova patente como fungicida e bactericida para controlar uma imensa maioria dos microrganismos.
É alarmante que nos países centrais haja epizootias em frangos e porcos escondidas, pois no nosso mundo cada vez mais bizarro, a informação é classificada nos meios científicos, acadêmicos e governamentais. No entanto, eles começam a escapar ou ser intencionalmente liberados por pessoas, grupos e movimentos. Isso cria um leque de versões que encobre responsáveis e futuras punições.
Quem estuda a molécula química do herbicida em questão conhece a sua estabilidade ambiental e mínima decomposição, químicas (oxidação foto), térmica, microbiana, etc., pelo que a sua longa persistência no solo e na água.

Muitas pessoas não sabem que o Glyphosate tem patentes industriais desde o Império Austro-húngaro e Alemão como sequestrador de metais (minerais) em reações químicas de interesse industrial como a limpeza de caldeiras e tubos (1920, 1930) e, em seguida, para uso militar para desmineralizar o combustível do foguete A4.

Sua herbicida ação só foi descoberta no final dos anos 60 nos EUA nos escoamentos da água de limpeza dos tubos e caldeiras e começou a ser comercializado como "Roundup".
No livro O herbicida de Glyphosate de Grossbard & Atkinson produzido pela Monsanto em 1985 registra a sua capacidade de "sequestrar minerais" e no metabolismo das plantas, mas omite os seus efeitos através da inibição da formação de metal-proteínas (proteínas ligadas a minerais).
As Me-proteínas são estratégicas no metabolismo e autopoiese dos seres vivos, principalmente microrganismos. Entre elas destacam-se as “enzimas”, catalisadores biológicos de máxima importância na vida. Existem milhões de enzimas conhecidas e outras ainda por conhecer. O exemplo do Selênio-proteínas és esclarecedor. O Selênio é um mineral traça na nutrição humana (essencial contra o envelhecimento e contra o câncer), animal y vegetal. A Selênio-proteína são responsáveis pela neutralização e eliminação de toxinas de bactérias, fungos e ação de metais pesados, como tal, estratégica para o sistema imunológico. Os alimentos que contêm Selênio são normalmente ricos em lipídios (nozes) e gordura animal.

Sendo o Glyphosate um sequestrador de minerais e inibidor na formação de Metal-proteínas Qual és seu impacto sobre a saúde humana, animal e vegetal? A ciência privada sabe e cala por interesse econômico classificando seus resultados como rigor militar e atua sobre a ciência pública fazendo-a cúmplice.

Na Rússia foi feito recentemente um estudo com o uso de microrganismos para degradar moléculas de Fosfonil (Os “fosfonis” são moléculas muito conhecidas e formadoras das mais poderosas armas químicas (gases venenosos modernos (VX) dos arsenais dos países centrais. Foram usadas 15 bactérias para decompô-los, mas somente cinco conseguiram atacar e degradar a molécula do Glyphosate.
Na evolução da vida dos microrganismos encontramos dois grandes grupos: - Os saprófitos que não necessitam destruir ou matar células para se alimentar e - Os patogênicos que obrigatoriamente usam toxinas para matar ou destruir células e poder hospedar-se sobre elas.
Um dos mecanismos recentemente estudados está o do ferro (Fe) um dos principais elementos traça. Como saprófitos e patogênicos são antagonistas, os saprófitos possuem maior capacidade evolutiva de bloquear o acesso ao ferro oxidado muito abundante no meio ambiente, mas de baixa solubilidade, em nível de yoctogramas (1x 10-24) impedindo a multiplicação e ação dos patogênicos, entretanto alguns patogênicos sim podem formar sideróforos e são bloqueados pelos saprófitos.

Para entender isso o melhor é recordar as vovós quando seus netos se feriam em pregos, ossos ou arames enferrujados. Elas tomavam uma cebola, alho, babosa ou outra planta medicinal, esquentavam-na e a colocavam sobre o ferimento. O Enxofre presente na cebola, alho ou outra planta bloqueava quimicamente o Ferro e os microrganismos patogênicos tenham o acesso impedido evitando gangrenas, tétanos, antrazes e outras enfermidades perigosas.


O que a ciência agora descobriu é que a presença de resíduos de Glyphosate no solo, água, alimento, ar e meio ambiente está desmineralizando alimentos e água por meio do sequestro de minerais do metabolismo e autopoiese dos seres vivos.

Com o uso crescente de sementes transgênicas resistentes ao Glyphosate a contaminação alimentar e ao meio ambiente cresceu exponencialmente.
Isso traz uma nova desordem na luta entre saprófitos e patogênicos. Para evitar a presença de patogênicos, os saprófitos procuraram reduzir a presença de ferro (Fe) no ambiente e fazê-lo através conjugados chamados "siderophores". Os sideróforos são protetores importantes, um deles é o complexo B (B12, etc.). O que acontece é que agora os resíduos de Glyphosate (fungicida) combinado com os metais, reduzem a ação de formação de sideróforos protetores nos seres vivos expondo-os à ação de agentes patogênicos.
Ocorre que as Salmonellas e Clostridiums são mais resistentes ao Glyphosate seres e começamos a ver o resultado em vários países, a ponta do iceberg do genocídio que fará os holocaustos e massacres, como Nanquim, Katyn, Batak, Ruanda-Burundi, Camboja, parecem meras chacinas cotidianas, ao final o marketing, também é parte da indústria de alimentos (agronegócio).
Os protozoários Criptosporidum são beneficiários do sequestro de ferro no meio ambiente pelo herbicida?
"Agosto é o mês do mês de desgosto, do cachorro louco". A verdade é que os cães não têm qualquer culpa, nem são ultrassocial e, infelizmente, vivem no Antropoceno comendo rações e comida com resíduos de Glyphosate®.

O magno problema global é que o uso de Glyphosate® no solo impede a "Hipótese de Ferro", que é a corrosão de dióxido de carbono e outros gases de Efeito Estufa, fixando-os no solo por sua insolubilidade através dos microrganismos. Por isso usamos Farinha de Rocha, Biofertilizantes na construção do Biopoder Camponês.

Enquanto isso Glyphosate continua sua cruzada de Eugenia Mercantil, já um genocídio igual ao da época de Vavilov, Brücher, agora com Bill Gates e Carlos Slim criando o programa MásAgro dentro do CIMMYT com micróbios e sementes da terceira fase da Revolução Verde.
Voltando ao Agroecologia neologismo: Qual é a importância de substituir o nome AGIR (AGRI) + CULTURA no contexto atual? A Ecologia no campo, onde os antigos agrônomos, se transformam em licenciados em Agroecologia permitem consolidar a separação entre as sociedades de Saber (Centro) e Fazer (Periferia)?
Quando porta-vozes do poder anunciaram a "mudança de paradigma" e a construção da transição significou que o mesmo poder detinha o controle da passagem da matriz (química) para a outra (biotecnologia), sem que isso significasse qualquer alteração nas relações de poder. Assim nossa estratégia foi a de criar "o papel de bombeiro" com ferramentas de resgate e emergência dos camponeses em meio ao caos e desordem na reconstrução de seu biopoder.
No entanto, a atual mega-crise não está sob controle e precisa estratégias emergenciais de biopolítica camponesa.
Boaventura de Souza Santos estabelece a importância de "descolonizar o conhecimento, reinventar o poder".
Estas ferramentas são identificadas com a matriz anterior por suas origens, mas foram deixadas de lado. Elas são facilmente aplicáveis por sua simplicidade, baixo custo e apropriados na crise, como a "ferramenta justa” de Illich (2012) contra os meios de imposição (violência, cultura, economia) do poder em decomposição no Antropoceno.

foto de Ignácio Sánchez
Tenha o nome que tiver a agricultura sempre continuará a mesma. No entanto para não contrariar, vou denominar “Agroecología Camponesa”, diferente da do Departamento de Estado que é científica. Para ela temos nossa caixa de ferramentas de bombeiros para as emergências necessárias, longe dos micróbios industriais da biotecnologia, pois sabemos que a Bayer já vendia “Alinit” em 1897 para prover o solo de Nitrogênio microbiano com o Bacillus Ellenbachensis Alpha, nessa transição de mais de Século, que eles propalam...

Ignácio Ramirez, el Negromante dizia: 
“No ... ...., los seres de la naturaleza se sostienen por si”.

Verdadeiro ou não, pouco importa, já Ignácio Sánchez pereniza o Biopoder Camponês (foto) como na canção:
“Nada do que foi será,....

De novo da forma como já foi um dia…”

***
Aguardem! Novo livro de Tião... 

Encomendas: emporioagricola@gmail.com _ R$ 40,00


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