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'Ofereço-me para cooperar com amor a fim de compartilhar a abundância de meu coração.'
'Comunico-me sem apegos e descubro a harmonia de evoluir na Terra.'

terça-feira, 25 de agosto de 2015

Encontro de Produtores Rurais em Campinas

_INSCRIÇÕES AQUI_

Campinas promove evento para incentivo à produção agropecuária próxima aos centros urbanos. Participe!

Nos dias 27 e 28 de agosto será realizado o 1.º Encontro de Produtores Rurais de Campinas e Região, na sede do Instituto de Tecnologia de Alimentos (Ital), em Campinas.
Organizado pela Secretaria de Desenvolvimento Econômico, Social e Turismo, por meio do Conselho Municipal do Desenvolvimento Rural e do Agronegócio (CMDRA), da Prefeitura de Campinas, o Encontro tem como objetivo dar visibilidade às questões rurais a fim de manter e incentivar a produção agropecuária próxima aos centros urbanos, enfatizando a importância da atividade para a qualidade de vida da população.
Serão debatidos temas como a atuação dos países para manter a área rural próxima aos centros urbanos, que hoje é tendência mundial; implementação de políticas públicas inovadoras para incentivo à permanência da atividade no entorno das cidades; gestão de recursos hídricos na área rural e as oportunidades e tendências de comercialização, incluindo a exportação.
O 1.º Encontro também apresentará casos de sucesso de produtores sobre produção, agregação de valor aos produtos e organização para processamento e comercialização.
“O foco central do 1.º Encontro é fazer com que a população urbana reconheça que a área rural é de suma importância para o presente e o futuro das gerações. Outro objetivo é trazer uma visão mundial do agronegócio próximo aos centros urbanos, em que várias cidades são exemplos. Teremos produtores de municípios que apresentam grande expansão urbana, mas permanecem na atividade com sucesso”, ressalta o engenheiro agrônomo Amauri Dimarzio, presidente do CMDRA.
Está prevista a participação de produtores, gestores públicos e outros profissionais da cadeia produtiva nos segmentos de horticultura, fruticultura, floricultura, grandes culturas e pecuária dos 45 municípios integrantes da Câmara de Comércio Exterior de Campinas e Região.
O 1.º Encontro de Produtores Rurais de Campinas e Região é uma iniciativa da Prefeitura de Campinas com o apoio de diversas entidades privadas e públicas, entre elas a Secretaria de Agricultura e Abastecimento do Estado de São Paulo, por meio de seus institutos e coordenadorias como a Coordenadoria de Assistência Técnica Integral (CATI), Agência Paulista de Tecnologia dos Agronegócios (Apta), Instituto de Tecnologia de Alimentos (Ital) e Instituto Agronômico (IAC), de Campinas.
O encontro tem início às 8h e a participação no evento é gratuita. Para mais informações e inscrições, os produtores devem se dirigir diretamente aos sindicatos rurais de sua cidade ou enviar e-mail para produtores.rurais@campinas.sp.gov.br.
As inscrições também podem ser feitas on-line clicando-se aqui: 1.º Encontro de Produtores Rurais de Campinas e Região.

Contribuiu,
Nivaldo Maia
CONAB-SP

quarta-feira, 12 de agosto de 2015

MANIFESTO PÚBLICO SOBRE A “AGENDA BRASIL”

Brasília 11 de agosto de 2015

Sob o argumento de buscar saídas para as crises econômica e política em que o país se encontra, o governo federal negocia com o Senado um pacote de medidas legislativas que aprofunda os retrocessos em questões socioambientais, rifando os direitos territoriais indígenas e a regulação ambiental e colocando o país na contramão das respostas que exige a crise climática. O documento surpreende ao ignorar eventos como a crise hídrica e energética, que demandam o aumento da conservação ambiental, e não sua redução; e ao propor ainda menos controles sobre a atividade das empreiteiras, cujas relações com os agentes públicos vêm sendo reveladas pela Operação Lava-Jato.

 Dentre os quase 30 pontos da polêmica proposta, destacam-se: 

• Revisão e implementação de marco jurídico do setor de mineração, como forma de atrair investimentos produtivos;
• Revisão da legislação de licenciamento de investimentos na zona costeira, áreas naturais protegidas e cidades históricas, como forma de incentivar novos investimentos produtivos;
• Revisão dos marcos jurídicos que regulam áreas indígenas, como forma de compatibilizá-las com as atividades produtivas;
• PEC das Obras Estruturantes - estabelecer processo de “fasttrack” para o licenciamento ambiental para obras estruturantes do PAC e dos programas de concessão, com prazos máximos para emissão de licenças. Simplificar procedimentos de licenciamento ambiental, com a consolidação ou codificação da legislação do setor, que é complexa e muito esparsa; Diante disso, e considerando que: • A demarcação das terras indígenas, a titulação de territórios quilombolas e a criação de unidades de conservação da natureza são atos administrativos de caráter técnico que servem ao cumprimento direitos coletivos consagrados na Constituição de 1988;
• Acumulam-se no Congresso Nacional proposições legislativas que, se aprovadas, comprometerão diretamente o atendimento desses direitos;
• A biodiversidade, a sustentabilidade e o equilíbrio ambiental são imprescindíveis para o bem estar da população e para garantir sustentabilidade ao desenvolvimento econômico e social, e por isso, não podem ser submetidos a interesses temporários, tanto no Congresso Nacional quanto no Governo Federal;
• O Brasil é signatário das convenções sobre Diversidade Biológica, sobre Mudanças Climáticas, sobre Zonas Úmidas de Importância Internacional, sobre Povos Indígenas e Tribais (OIT 169) e deve fazer prevalecer seus preceitos e sua aplicação prática;
• As áreas protegidas têm papel indiscutível das áreas protegidas na oferta de água em quantidade e qualidade e na manutenção do equilíbrio climático;
• Um ritmo incessante de desmatamento se verifica em todos os biomas, e especialmente na Amazônia e no Cerrado;
• O Brasil está formatando sua contribuição nacional ao combate global às mudanças do clima (INDC), a ser apresentada à COP21 em Paris; 

Os signatários abaixo elencados QUESTIONAM a chamada AGENDA BRASIL; REPUDIAM o fato de, por meio dela, o Executivo abrir mão de seu papel de fornecer freios e contrapesos a interesses particulares que se expressam pelo Legislativo; e ALERTAM para o risco de as propostas promoverem violência e destruição de patrimônio das populações indígenas e o agravamento de catástrofes ambientais como falta de água, inundações e enchentes e de seus impactos negativos na economia, como redução de produção agrícola e de energia. 

Assinam:

Greenpeace BrasilInstituto Socioambiental

APOINME (Articulação dos Povos e Organizações Indígenas do Nordeste, Minas Gerais e Espírito Santo)

ImafloraIpam (Instituto de Pesquisa Ambiental da Amazônia)

Imazon (Instituto do Homem e Meio Ambiente da Amazônia)

Fundação SOS Mata AtlânticaRCA (Rede de Cooperação Amazônica) 

Iepé (Instituto de Pesquisa e Formação Indígena)

OPAN (Operação Amazônia Nativa)

FBOM (Fórum Brasileiro de ONGs e Movimentos Sociais) 

Associação Nativa TerrazulIEB (Instituto Internacional de Educação do Brasil)

@extensionista

Blanco agriCultura 

Fonte: Socioambiental 

segunda-feira, 10 de agosto de 2015

Ladrões de Natureza

"...em nome de nossa cidadania, devemos ensinar tudo a todos/as."

_BAIXE AQUI_                 "Gaia, a primeira cidadã da Galáxia..."

"Olhemos para o futuro quando Gaia for um planeta de fato senciente através da fusão dela com nossos descendentes. Poderíamos então olhar para trás maravilhados com a evolução milagrosa do universo, de uma uniformidade flamejante para uma massa fria de compostos químicos simples, já selecionados pelo cosmos para serem as peças sobressalentes da vida. Então especularíamos como esses compostos químicos simples se juntaram através de uma série de passos improváveis em ciclos transitórios tão frágeis quanto um castelo de areia e como a seleção e a constelação desses sistemas mais simples produziram a primeira célula viva. Poderíamos então nos perguntar por que teria levado tanto tempo, quase 3 bilhões de anos, para que as células tivessem poder como agregados que foram os ancestrais de animais e plantas. Como inteligência planetária, já mostramos a Gaia sua face vista do espaço e deixamos que visse quão bela de verdade ela é, comparada a seus irmãos mortos Marte e Vênus. Poderíamos ter um futuro em comunhão com nosso planeta vivo para torná-lo novamente forte e capaz de resistir aos destruidores impactos que vêm por aí." _Gaia: Alerta Final - James Lovelock

quinta-feira, 6 de agosto de 2015

Teoria da Trofobiose

...resultado dos estudos de Jairo Restrepo

Existência da vida a partir dos alimentos
"TROFOBIOSE"


Jairo Restrepo - Teoria da Trofobiose from Cultivo Orgânico on Vimeo.

domingo, 2 de agosto de 2015

Agroecologia é diferente!

Agroecologia é diferente!
É pela defesa do mundão e território compartilhado. Saber Alimentação e Saúde.
 É da Rede dos Povos: Latina, Pacha Mama e Família Cósmica!
Envolve todos/as a existirem. Resistir é regenerar-se.... regenerar o físico, a mente e o solo.
Agroecologia "é Movimento..."  Fluido do tempo. Fato. Noosfera interiorizada no 'saber empírico' de cada Ser. Vivência. Visão das estrelas e da pedrinha.
Holística. Mágica e Pacífica. Subjetiva: “Extensão ou Comunicação? ”
A construção do Saber, o conhecer e o compartilhar de tudo para todo/as. Informação, luta, amor.
Troca das sementes nas conchas de mãos. Mutirão!
 agriCultura evolutiva, ... na Missão de emancipar nossas Comunidades e preservar a espécie; modo de Ser e viver; a extensão não exógena do ambiente; economia sana, inferior! Sim. Mas solidária.  
Se envolve ‘jão’ Só comunidade e jovens domina tal proposta.
Pois bem, planos e Planapos.. MAPA! Tirem os dedos e a falsa ideologia de Brasil independente. Não será igual. Não é negócio-Agro de poucos grandes; é de muitos pequenos.
Se não ajudar não atrapalhem, nem tente enganar, pois temos ferramentas para o controle e a não-barbárie na batalha. 

Agroecologia é diferente! Axé. Paz e Luz. Oli



por Tião Pinheiro,

Estou chegando de Bananeiras, brejo paraibano, onde choveu uma semana sem parar e a temperatura não passou de 18 graus C. Um nevoeiro (como o fog londrino conhecido como “pea soup cream”) baixava repentinamente. O NEA-ITCP-UFRGS atendeu o convite da CCHSA da UFPB e ministrou o “Curso de Saúde do Solo e Cromatografia de Pfeiffer”, inclusive demonstrando a instalação de um campo de metagenômica e metaproteômica que ficará a cargo dos Doutores professores Raunira e Alexandre.
Embora o curso tenha sido excelente e acompanhado no pandeiro de Sossego, matei a saudade do ColégioAgrícola Vidal de Negreiros, onde estive a 19 anos atrás, mas minha gente voltei triste, consternado, e para diminuir minha dor a compartilho: Um imbecil, norte-americano, com graduação universitária assassinou “Cecil” um leão símbolo de um Parque Nacional do Zimbábue. As cores dos leões do Zimbábue, sua pelagem e juba são muito diferentes dos outros leões africanos esteticamente atraentes. Agora recordo sua excelência o Senhor Embaixador dos Estados Unidos uns dez anos atrás que justificava o uso de herbicida sobre os Parques Nacionais Colombianos, em carta resposta a um médico, que denunciava os danos à saúde humana, animal e meio ambiente publicado no jornal de maior circulação de Bogotá.
Sou cidadão de um país onde um advogado foi obrigado a usar a lei de “Proteção aos Animais para defender o tratamento humano a um preso político, que mais tarde se transformou em feroz Ditador. Logo, o significado da morte de “Cecil” poderia passar batida, mas o trágico é que no mesmo dia foi noticiado o atropelamento de uma suçuarana (puma) em rodovia paulista, transformada na Globo News em onça (jaguar). O que me fez devanear: Já não conhecemos nossa fauna...
O que me importa agora é: Por que puseram o nome do leão de “Cecil”?
Não é possível que fosse em homenagem a Cecil Rhodes ao racista, facínora e genocida que fundou empresas de colonização que se transformaram em “Rhodesias” para a Casa de Windsor, cuja Capital era Salisbury. Nem é possível que 50 anos depois de tudo que sofreram na luta da independência, desde a época dos “Mau-Mausgrande movimento revolucionário, onde as mulheres eram a parte mais importante e estratégica na luta pela independência, agora se dê o infeliz nome ao pobre leão assassinado (pelo cretino dentista que gastou 170 mil dólares) e recebeu um editorial no New Yorker Times... Império é império.

“Mau mau” é o nome que a inteligência britânica popularizou para desviar a atenção, pois o movimento se chamava Kenya Land and Freedom Army – KLFA- (Exército da Liberdade das Terras do Quênia) e isso pegava muito mal na época (vejam o filme Guerrilha com Sidney Poiters). Abarcava toda a África subsaariana. O gozado é que “mau-mau” era o anagrama da expressão suazili: "Uma Uma" (Fora Brancos), que significava prisão e tortura a quem ousasse proferi-la, pelo que se dizia: “Mau Mau”. Muitos desafiantes foram devorados por cães famintos.

É triste. As redes hegemônicas de televisão não permitem que se conheça história para eliminar a memória.

Lembrei dos amigos zimbabuanos “stipendiate” nas Alemanhas (ocupadas) que regozijavam o AK47 como “Banana Magazine” nos combates contra os traidores do King’s African Rifles. No Zimbábue o movimento era o ZAPU, de Joshua Nkomo e o ZANU de Robert Mugabe antevendo o fim da África do Sul a inteligência britânica se antecipou após a independência da Zâmbia (Rodésia do Norte) criou a criou a Rodésia do Sul, estratégica por ser o maior produtor de fumo do mundo. Era preciso protelar a derrota através dos genocidas racistas de Ian Smith, que “sem o apoio de Londres” podia fazer o que quizesse para manter a colônia para segurança da valiosa África do Sul. Tanto Frelimo como MPLA e o Congresso Africano de Mandela foram imprescindíveis para a independência do Zimbábue de capital Harare.


Não é possível que o leão tenha o nome de “Cecil” em homenagem a Rhodes. Sei isso, pois tive de estudar um pasto denominado em sua homenagem capim Rhodes (Chloris gayana) muy importante nas áreas áridas do mundo onde chove menos de 400 milímetros. Talvez por isso recebi a raríssima nota dez no exame de Praticultura (pradeiras). No Brasil foi introduzido desde o Kalahari um parente próximo dele bastante problemático, onde chove mais de 800 milímetros, o capim Annoni (Eragrotis plana, Nees), que um vaidoso colocou seu nome e hoje é uma praga internacional no Conesul. Não faz muito que um bando de imbecis me convidou para dar uma palestra sobre os danos do capim annoni. Por trás dele estavam os interesses de uma cooperativa, a Monsanto e uma entidade de latifundiários. Tomaram um torpedo e ficaram bem caladinhos e não houve a negociata corrupta de seu controle com herbicidas.


Voltando ao leão morto: Será que algum africano em sã consciência iria chamar o lindo leão de “Cecil”. Alerta minha gente: É necessário atender os anseios dos estudantes e professores retomando o verdadeiro significado do neologismo AGROECOLOGIA, hoje bastante usurpado. Mahatma Gandhi: Não será fácil interiorizar a liberdade, logo devemos ver na morte do leão o motivo para alertar os estudantes que as Fundações: Rockefeller, Nestlé, Kellogs, Sazakawa, Bill & M. Gates, Coca Cola, Pepsi e Aliança para a Revolução Verde na África, onde Kofi Annan, ex Secretario Geral da ONU é “Lobby boy” ou “Bellhop”.

Não podemos fraudar o sonho de nossos jovens. Ha que precavê-los. Vamos dançar o Kuarup pelo pobre leão.
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