"

'Ofereço-me para cooperar com amor a fim de compartilhar a abundância de meu coração.'
'Comunico-me sem apegos e descubro a harmonia de evoluir na Terra.'

quarta-feira, 27 de fevereiro de 2013

Violência no campo

Enquanto houver governantes que não entenda a possibilidade de alcançar a RA; que não vislumbre o futuro, este, revelado, descoberto no passado, batendo como soluções adiadas, encorajando os mais graduados, também os políticos, a cumprir (o Estatuto da Terra) ou baixar a cabeça e se vender... e, considerar a venda da Reforma Agrária...?

Enquanto houver! Não teremos uma economia de desenvolvimento interno saudável e sustentável. O bem estar social do povo brasileiro, passa por uma grande reflexão política, conjunta, do passado. O que queremos para o futuro de nossos municípios? O que queremos a nossa volta: veneno ou diversidade vegetal? Destruição ou vida? Violência ou paz?

José Gomes da Silva ao comparar a RA de 1964, com a calorosa discussão da RA, 1985 "...mostra ou não similitudes..." "...o atual impasse da questão agrária brasileira, revela pelo menos dois componentes comuns: a crise econômica e a violência no campo (podendo estender à violência urbana também). Ao julgar por dois parâmetros fidedignos e quantificáveis (a taxa de inflação e o número de mortos em disputa de terra), esta primeira quadra de 1987 não pode deixar de lembrar o primeiro trimestre de 1964. Rezemos para que apenas se relembre, sem tentar repeti-lo." 

- Vai! 
- E aí, mudou agora? 2013! Vai seguindo os registros...


Globo Rural, 27 de fevereiro, 2013.


todos juntos


divulgação da colheita

classe operária!

toda sociedade, feito Pacto Social

terça-feira, 26 de fevereiro de 2013

As emoções das plantas

Experiências mostram que as plantas
reagem como seres humanos,
possuindo emoções e mostrando alegria,
medo, angústia, depressão.

Texto por: Paulo Francis

Imagens: Arsenio Hypollito Junior



A maioria de nós sabe (aprendeu no colégio e esqueceu na maturidade) que sem as plantas não haveria vida na terra, seria impossível converter a energia solar em comida.
 
A verdade é que as plantas reagem a pensamentos sobre o bem-estar delas, sofrem com a morte de formas de vida e simpatizam com seres humanos que as cultivam e são capazes de comunicar-se sensorialmente com estes, a centenas de quilômetros de distância.
 
"Desmaiam" em momentos de catástrofe, talvez tenham memória e, provavelmente, podem aconselhar-nos sobre problemas amorosos ou de matemática.
 
Plantas prestam-se ao papel de "sensores" ou "detectores", de sentinelas, em suma. Há a possibilidade de que venham a ser integradas em sistemas de computadores que entrariam em ação, se nós, humanos, dermos a ordem a elas, telepaticamente.
 
São mais inteligentes e sensíveis do que qualquer animal doméstico.
 
Os céticos dirão que isso é fantasia. Peter Tomkis e Christopher Bird publicaram A Vida Secreta das Plantas (The Secret Life of Plants), Harper & Row, New York, 400 págs., que  se tornou um best-seller mundial.
 
Apesar de os autores tentarem comercializar o que é pesquisa já fundamentada, ainda assim, lançaram luz sobre um tema relativamente desconhecido no Ocidente.
 
As plantas reagem como gente
 
Na URSS jornais científicos do nível de Indústria Socialista divulgaram extensos estudos sobre a "capacidade de envolvimento emocional das plantas" (sic), ratificados pelo órgão oficial do Governo, Pravda ("As Plantas Falam" é o título de um editorial do Pravda, baseado em pesquisas de cientistas soviéticos).
 
Não estamos muito mal no Ocidente, se formos às fontes certas. Uma das maiores testemunhas é Cleve Backster, criador de sistemas poligráficos (detector de mentiras) para a Central Intelligence Agency).
 
Uma noite, Backster, no escritório, enfiou um polígrafo num filodendro, mero ornamento. Estava regando a planta, quando pensou quanto tempo demoraria para que ela absorvesse a água. Neste exato momento, o polígrafo apresentou uma linha "humana", que Backster, pasmo, reconheceu como de dúvida.
 
Fascinado, Backster premeditadamente raciocinou alto: "O que acontecerá se eu destruir este filodendro, se eu queimá-lo?" O polígrafo pulou de pavor.
 
Outra noite, num apartamento em Nova York, em companhia de outros pesquisadores, discutiam o aumento crescente dos aluguéis na cidade, até que um dos presentes, engenheiro da NASA, observou: "Do jeito que as coisas vão, você não terá dinheiro para alimentar as plantas". Um dos filodendros, ligado ao polígrafo de Backster, deu outro pulo, inequivocamente registrando a reação humana de medo, no caso, de morrer de fome - é a conclusão lógica.
Diálogo com as plantas
 
As descobertas de Backster estão em poder da AT & T, que controla todo o sistema telefônico dos EUA e é o maior truste de comunicações do mundo.
 
Um dos colaboradores da AT & T é Luther Burbank, talvez o mais célebre pesquisador ocidental.
 
Burbank criou cacto sem espinhos, dialogando diariamente com a planta, prometendo protegê-la de quaisquer malefícios e pedindo-lhe que abandonasse a defesa de espinhos. Ela foi persuadida, atingindo a maturidade completamente limpa.
 
A recíproca é verdadeira. Um ataque verbal ou mental às plantas pode matá-las ou aleijá-las.
 
Cientistas dos laboratórios Delaware, em Oxford, Inglaterra, colocaram uma dúzia de vasos, cada qual com seis sementes de feijão. Meia dúzia foi encorajada a crescer. A outra, brutalmente agredida com palavras e pensamentos. Todas fertilizadas e tratadas por igual. As "benquistas" floresceram completamente. As "insultadas" jamais brotaram, exceto três sementes, que puseram a cabecinha de fora, morrendo, porém, em poucos dias.
Presença hostil pode interferir
 
No estágio atual, os tomates (o que é justiça poética) são os mais suscetíveis à lisonja e às atenções humanas, seguidos de perto pelos repolhos e batatas. O tomate literalmente enrubesce de prazer, se elogiado nota Backster.
 
E no laboratório experimental dele, a vidente Eilleen Garrett, freqüentemente usada pela Polícia de Nova York na caça a assassinos que não deixam pistas, declarou notar nas variadas plantas que Backster cultiva reações que variam do prazer sensual daquelas a que ele toca e encoraja, a vibrações de ciúmes das negligenciadas.
 
O botanista e físico indiano, Jagadis Chandra Bose, de fama mundial, sugere que qualquer indivíduo, sem treinamento científico, pode testar a vida das plantas por si próprio. Desenvolveu até uma metodologia, que já será descrita. Comenta, porém, que o cultivador precisa crer no que está fazendo, senão o efeito será nulo. E nenhuma pessoa descrente deve ser trazida para ver o experimento, antes de completado, pois uma simples presença hostil - tamanha sensibilidade de apreensão das plantas - é capaz de deprimi-Ias e impedir que progridam na direção desejada.
 
Sementes de feijão, cevada e milho, pela rapidez com que crescem, são mais desejáveis, segundo Bose. Qualquer manual elementar de botânica ensina ao amador a quantidade de fertilizantes (ou não), água, sol, calor etc., exigida pelas sementes. Bose sugere quatro potes na primeira experiência, com oito sementes em cada um. E é importante que haja, do cultivador, também uma atitude negativa, contra - prossegue Bose dois potes e 16 sementes. Todas, bem entendido, recebendo igual assistência prática.
Toda vida na terra é intercomunicável
 
Os dois potes preferidos, porém, é que recebem os nossos pensamentos positivos, carinhos leves manuais e o máximo de atenção possível, em todas as horas vagas.
 
Bose afirma que não falha, desde que o amador esteja convicto do que faz, e não se porte como um mero e descrente seguidor dessas instruções elementares. Dois morrerão, dois florescerão a um optimum surpreendente.
 
James Stegner, diretor do Observatório Airglow em Pittsbough, Pensilvânia, trabalhou uma planta aérea para que produzisse flores. Depois de dois meses de conversa intensa e amorosa, oito horas diárias, a planta cedeu um broto de flor. Depois, enamorada - na palavra de Stegner - floresceu espetacularmente, estarrecendo uma comissão de botânicos de Airglow, convidados a visitar a "moça", depois de devidamente desenvolvida.
 
Isso é classe avançada. Os amadores que desejam testar a tese de Bose devem comprometer-se a gastar entre 10 e 15 minutos diante das sementes "preferidas", duas vezes ao dia. Basta - ele assegura.
 
Backster, usando monitores e polígrafos computerizados, já conseguiu falar às plantas dele a 200 km de distância, pensando nelas e vendo a reação de volta, nas máquinas.
 
Backster acredita que toda a vida na terra é intercomunicáveI, desde que o sinal, o código certo, seja encontrado.
 
As semelhanças entre a vida emocional das plantas e a nossa nunca foram tão espetacularmente demonstradas como por J. I. Rodale, pioneiro da jardinagem orgânica nos EUA e fundador-editor da revista Prevention.
 
Pegando plantas da família coleus, observou que os brotos, cujas mães morriam, definhavam ou se desenvolviam imperfeitamente, enquanto os protegidos pelo amor materno floresciam ao máximo. Testou com coleus amarelo, vermelho e branco, matando e preservando por igual um espécime de cada cor. O resultado foi idêntico ao que notara acidentalmente. Os filhos cujas mães sobreviveram atingiram a maturidade e os demais faleceram. 

Extrair energia das plantas
 
Qualquer jardineiro amador sabe que as plantas são criaturas das diversas estações do ano. Numa obra pioneira, porém, o dr. Harol Burr, autor de Blueprint for Immortality, lhe Eletric Patterns of Life, alega que elas são influenciadas diretamente por flutuações no campo geomagnético, os ciclos da Lua, do Sol e, provavelmente, pelos de outros planetas. Ele apresenta vários gráficos, demonstrando que uma árvore sofre efeitos físicos, visíveis a microscópio, relacionados ao caminho mensal da Lua. E as possibilidades de extração de energia das plantas - conclui Burr - não começaram sequer a ser exploradas no nosso planeta faminto de recursos.
 
Por menos de 20 dólares o amador pode conseguir da instituição Edmund Scientific (300 Edscorp Bldg, Great Barrington, Nova Jersey, 08007, EUA) um medidor de emoção (Emotion Meter; referência de catálogo n.° 41, 422), um sistema de elétrodos ligáveis às plantas, uma agulha e um campo magnético (no preço não está incluído o transporte de país a país).
 
Ligado à planta já trabalhada pelo método Bose, descrito acima, ela reagirá humanamente aos pensamentos do amador, não apenas os restritos a ela, sendo capaz de registrar grande emoção quando o cultivador estiver triste (a agulha cai a zero) ou alegre (a agulha sobe a cem).
 
Mais uma vez, convicção é absolutamente necessária - nota Bose.
 
Uma planta contactada não se ilude. Se o proprietário pensa "vou queimá-la", não tendo a menor intenção de fazê-lo, a planta permanecerá impassível no Emotion Meter, ainda que o fósforo aceso esteja próximo dela. Se for a sério, o campo magnético se agitará completamente.
 
Nunca estamos sozinhos no jardim. Nenhum dos pesquisadores supracitados nos conta o que acha das plantas dos casais que, em festas, vão ao jardim para se entregarem a atividades nada eclesiásticas.
 
A, plantas serão voyeuses? Ficarão chocadas?' Ou se sentem alegres e participantes, roçando nos corpos humanos?
 
A pesquisa esta apenas começando.
 
Extraído da Revista Planeta
Número 26

Linhagens de sementes TrAnSgÊnIcAs no Brasil



Ração com símbolo dos transgênicos

Quando me deparei com a grande lista de linhagens de milhos Transgênicos divulgada no site do Ministério da Agricultura - MAPA, me encontrava em Itapeva-Itaberá/SP  junto ao MST, no ano de 2008. Logo me adiantei e citei as preocupações aos pequenos produtores rurais assentados os quais visitava; dizia sobre o monopólio das sementes por parte das empresas que as registraram, assim como os preços elevados no futuro; as consequências genéticas para as espécies Crioulas de milho nas comunidades e, com a negligência de órgãos públicos frente às informações do rol nas revendas, Cooperativas, pequenas lojas agropecuárias e quem as planta.

Pensei em produzir cartazes e distribuí-los em locais de venda das sementes. Imprimi a lista e fixei no mural da COAPRI - Cooperativa dos Assentados de Reforma Agrária e Pequenos Produtores da Região de Itapeva - mas já era tarde, uma grande roça de milho transgênico já tinha sido plantada na Agrovila V pela Cooperativa da Agrovila III. O Assentamento poderia já estar contaminado, assim como todo município na presente safra. Levei um saco deste milho verde, na viagem de 12 h via "busão" a Ribeirão Preto. Quando acordei, em casa, meus pais já no preparo da pamonha, reclamava que o milho não tinha cheiro bom; "este milho não tem cheiro de milho". A pamonha ficou ruim, deveras. 

É uma estratégia. Mesmos senhorios de sempre, amparada pela morosa e conservadora elite agrária, assim caracterizou o MAPA em 1985 na calorosa prosa pela Reforma Agrária - "O estranho Congresso Brasileiro sobre a Reforma Agrária (destinado a combatê-la!)"¹ é também agora, quando o assunto é dar a real emancipação ao desenvolvimento interno a classe de obreiros rurais; nossa gente, nossas raízes. 

A obscurecida informação para muitos produtores rurais, principalmente os pequenos, paralelamente e aliada, a pressa em empurrar via goela abaixo, sem nenhum direcionamento a respeito dos transgênicos, e sim, comercial, começa a entra em erupção ou já vem derramando lava bem antes, ao me deparar em campo, novamente, em Minas Gerais (2011) com as consequências reais do consumo da semente. Uma epidemia; com a premissa técnica contida nos grãos cunhada VAR - variedade de alto rendimento.

 "...sobre o impacto das sementes, o termo 'variedade de alto rendimento' é enganoso, pois implica que as novas sementes são naturalmente de grande produtividade. Contudo, a característica distintiva dessas sementes é que são extremamente receptivas a certos insumos chave como fertilizantes e irrigação..." "Sem os insumos adicionais de fertilizantes e irrigação, o desempenho das novas sementes é inferior ao das variedades nativas (CRIOULAS). Com os insumos adicionais, o aumento da produção é insignificante comparado ao aumento dos insumos. A medida da produção também é tendenciosa pelo fato de se restringir à parte comercializável das safras."²

No noroeste mineiro, no município de Vazante, com a falta de técnicas em manejo de pasto, como a utilização de gramíneas e leguminosas, em rotação e, estratégia alimentares para o período de estiagem, “inté” mesmo políticas públicas voltadas para tal manejo de sua qualidade e extensão, deixou produtores de leite dependentes de rações. Está ração, assim como a silagem de milho além de pesar no orçamento, é toda TRANSGÊNICANão obstante, o leite e seus derivados são todos transgênicos! Sim meu caro, àquele queijo tradicional mineiro corre um sério risco.


Comunidades agrícolas de pecuária familiar, noroeste mineiro, sofrem com pastagens degradadas
Queijo minas, propriedade do Sr. Valdemar, comunidade Veredas, Vazante/MG - risco de levar no rótulo o T

No sul mineiro, em Fortaleza de Minas, produtores falam mal do “tar míí transgênicus”. Dizem que o bolo, o curau e o que for feito do milho para alimentação humana, não seve; alguns dizem que causa uma “caganeira” brava. Vem causando até certo desconforto entre produtores vizinhos. É o caso do Sr. Gonçalves que mantém á 70 anos o milho Crioulo Cunha e, se faltar lhes as informações corretas, sobre o tempo de plantio para evitar a polinização cruzada, poderá perder toda boa genética do milho Crioulo.

A saco (20kg) de 60.000 sementes do milho transgênico, hoje, varia em torno de R$ 300,00 a 450,00; há um aumento a cada safra. É o monopólio florido e arroxando os agricultores brasileiros.

Toda problemática não é anacrônica - quando apresento a lista das “VARs” abaixo. A lista não se encontra mais disponível no site do Ministério da Agricultura, quiçá, há tantas linhagens liberadas que... Bem, sempre é tempo de lutar por uma agricultura que respeite os saberes, as culturas e a sustentabilidade de comunidades rurais. Acorda Brasil! A corda pode estar no pescoço!


CULTIVARES GENETICAMENTE MODIFICADOS DE MILHO TRANSGÊNICOS

LINHAGEM  /  NOME COMUM  /  NOME CIENTÍFICO  /  SITUAÇÃO  /  N° REGISTRO  /   DATA 

Dupont do Brasil S/A Divisão Pioneer  Sementes

Y9C1          Milho    Zea mays L.        REGISTRADA     23071    20/03/2008         
WGK1        Milho    Zea mays L.        REGISTRADA     23079    20/03/2008         
V7B2          Milho    Zea mays L.        REGISTRADA     25270    27/02/2009         
SVP1          Milho    Zea mays L.        REGISTRADA     25085    09/12/2008         
SVP1          Milho    Zea mays L.        REGISTRADA     25209    28/01/2009         
SPK1          Milho    Zea mays L.        REGISTRADA     25206    28/01/2009         
SPF1           Milho    Zea mays L.        REGISTRADA     25221    28/01/2009         
SPE1           Milho    Zea mays L.        REGISTRADA     25210    28/01/2009         
SNH1          Milho    Zea mays L.        REGISTRADA     25214    28/01/2009         
SNG1          Milho    Zea mays L.        REGISTRADA     25215    28/01/2009         
SD31           Milho    Zea mays L.        REGISTRADA     25086    09/12/2009         
SCZ2           Milho    Zea mays L.        REGISTRADA     25037    09/12/2009         
S5N2           Milho    Zea mays L.        REGISTRADA     25216    28/01/2009         
S5M2           Milho    Zea mays L.        REGISTRADA     25217    29/01/2009         
PHD9V3      Milho    Zea mays L.        REGISTRADA     24041    13/08/2008         
PH1C791     Milho    Zea mays L.        REGISTRADA     24225    08/09/2008         
PH176B1     Milho    Zea mays L.        REGISTRADA     24431    08/09/2008         
PH175W1    Milho    Zea mays L.        REGISTRADA     24432    08/09/2008         
PH175S2      Milho    Zea mays L.        REGISTRADA     24042    13/08/2008         
PH174P1      Milho    Zea mays L.        REGISTRADA     25163    28/01/2009         
PH10H92     Milho    Zea mays L.        REGISTRADA     24040    13/08/2008         
PH10H51     Milho    Zea mays L.        REGISTRADA     24039    13/08/2008        
M0B1           Milho    Zea mays L.        REGISTRADA     23070    20/03/2008         
KWE3          Milho    Zea mays L.        REGISTRADA     23072    20/03/2008         
BG7049Y     Milho    Zea mays L.        REGISTRADA     24983    28/10/2008         
A7E2            Milho    Zea mays L.        REGISTRADA     23078    20/03/2008         
32R48Y        Milho    Zea mays L.        REGISTRADA     24984    28/10/2008         
32R22Y        Milho    Zea mays L.        REGISTRADA     24985    28/10/2008         
32R22R        Milho    Zea mays L.        REGISTRADA     25019    09/12/2008         
32R21Y        Milho    Zea mays L.        REGISTRADA     22800    13/03/2008         
30S40Y        Milho    Zea mays L.        REGISTRADA     22799    13/03/2008         
30R50Y        Milho    Zea mays L.        REGISTRADA     22805    13/03/2008         
30R50R        Milho    Zea mays L.        REGISTRADA     25018    09/12/2008         
30R32Y        Milho    Zea mays L.        REGISTRADA     24986    28/10/2008         
30P70Y        Milho    Zea mays L.        REGISTRADA     24448    08/09/2008         
30P70R        Milho    Zea mays L.        REGISTRADA     25017    09/12/2008         
30P34Y        Milho    Zea mays L.        REGISTRADA     22804    13/03/2008         
30K75Y       Milho    Zea mays L.        REGISTRADA     22798    13/03/2008         
30K73Y       Milho    Zea mays L.        REGISTRADA     22803    13/03/2008         
30K73R       Milho    Zea mays L.        REGISTRADA     25016    09/12/2008         
30K64Y       Milho    Zea mays L.        REGISTRADA     22802    20/03/2008         
30K64R       Milho    Zea mays L.        REGISTRADA     25022    09/12/2008         
30F90Y       Milho    Zea mays L.        REGISTRADA     22797    13/03/2008         
30F90R       Milho    Zea mays L.        REGISTRADA     25014    09/12/2008         
30F87Y       Milho    Zea mays L.        REGISTRADA     24987    28/10/2008         
30F80Y       Milho    Zea mays L.        REGISTRADA     22422    13/03/2008         
30F80R       Milho    Zea mays L.        REGISTRADA     25015    09/12/2008         
30F53Y       Milho    Zea mays L.        REGISTRADA     22801    13/03/2008         
30F53R       Milho    Zea mays L.        REGISTRADA     25021    09/12/2008         
30F44Y       Milho    Zea mays L.        REGISTRADA     24447    08/09/2008         
30F36Y       Milho    Zea mays L.        REGISTRADA     24988    28/10/2008         
30F35Y       Milho    Zea mays L.        REGISTRADA     24989    28/10/2008         
30F35R       Milho    Zea mays L.        REGISTRADA     25020    09/12/2008         
30F34          Milho    Zea mays L.        REGISTRADA     22424    13/03/2008         
30A04         Milho    Zea mays L.        REGISTRADA     22423    13/03/2008       
3021Y         Milho    Zea mays L.        REGISTRADA     22796    13/03/2008         
1HPN1        Milho    Zea mays L.        REGISTRADA     25204    28/01/2009         
1C7A1        Milho    Zea mays L.        REGISTRADA     25212    28/01/2009         
1AH12        Milho    Zea mays L.        REGISTRADA     25235    28/01/2009         
19JY1         Milho    Zea mays L.        REGISTRADA     25097    11/12/2008        
19JB1         Milho    Zea mays L.        REGISTRADA     25084    09/12/2008         
19DP          Milho    Zea mays L.        REGISTRADA     25136    19/01/2009         
18AD1        Milho    Zea mays L.        REGISTRADA     25205    28/01/2009         
18AB2        Milho    Zea mays L.        REGISTRADA     25222    28/01/2009         
175S2         Milho    Zea mays L.        REGISTRADA     24909    22/09/2008         
16CV2        Milho    Zea mays L.        REGISTRADA     25211    28/01/2009         
15YR8        Milho    Zea mays L.        REGISTRADA     25218    28/01/2009         
14CY2        Milho    Zea mays L.        REGISTRADA     25203    28/01/2009         
14CW2       Milho    Zea mays L.        REGISTRADA     25219    28/01/2009         
14BR2        Milho    Zea mays L.        REGISTRADA     25207    28/01/2009         
13VT2        Milho    Zea mays L.        REGISTRADA     25083    09/12/2008         
11CM4       Milho    Zea mays L.        REGISTRADA     25220    28/01/2009         
11AG1        Milho    Zea mays L.        REGISTRADA     25038    09/12/2008         
10HF2        Milho    Zea mays L.        REGISTRADA     23073    20/03/2008         
10HD2       Milho    Zea mays L.        REGISTRADA     23074    20/03/2008         
10HC2       Milho    Zea mays L.        REGISTRADA     23075    20/03/2008         
10H92        Milho    Zea mays L.        REGISTRADA     24910    22/09/2008         
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SYNGENTA SEEDS LTDA

Tork TL                  Milho    Zea mays L.        REGISTRADA     22434    08/08/2008         
SYN8315 TL         Milho    Zea mays L.        REGISTRADA     24907    24/09/2008         
SYN7205 TL         Milho    Zea mays L.        REGISTRADA     24906    24/09/2008         
Sprint TL                Milho    Zea mays L.        REGISTRADA     22433    08/08/2008         
Speed TL               Milho    Zea mays L.        REGISTRADA     22432    08/08/2008        
Somma TL             Milho    Zea mays L.        REGISTRADA     24253    08/09/2008         
Premium Flex TL    Milho    Zea mays L.        REGISTRADA     22431    08/08/2008         
Penta TL                Milho    Zea mays L.        REGISTRADA     22436    08/08/2008         
NP4515                 Milho    Zea mays L.        REGISTRADA     23923    08/08/2008         
NP4514                 Milho    Zea mays L.        REGISTRADA     23924    08/08/2008         
NP2605Bt11          Milho    Zea mays L.        REGISTRADA     23926    08/08/2008         
Maximus TL           Milho    Zea mays L.        REGISTRADA     22435    08/08/2008         
Impacto TL            Milho    Zea mays L.        REGISTRADA     22437    08/08/2008         
Garra TL                Milho    Zea mays L.        REGISTRADA     24254    08/09/2008         
Fórmula TL            Milho    Zea mays L.        REGISTRADA     22442    08/08/2008         
CD 327TL             Milho    Zea mays L.        REGISTRADA     24905    24/09/2008         
Cargo TL               Milho    Zea mays L.        REGISTRADA     24255    08/09/2008         
B0031                   Milho    Zea mays L.        REGISTRADA     23925    08/08/2008         

DOW AGROSCIENCES INDUSTRIAL LTDA.

7SH382HP           Milho    Zea mays L.        REGISTRADA     25420    12/03/2009         
BS315HP HX       Milho    Zea mays L.        REGISTRADA     25481    20/02/2009         
2C520Hx              Milho    Zea mays L.        REGISTRADA     25156    26/01/2009         
2B710Hx              Milho    Zea mays L.        REGISTRADA     25153    26/01/2009         
2B707Hx              Milho    Zea mays L.        REGISTRADA     25155    26/01/2009         
2B688Hx              Milho    Zea mays L.        REGISTRADA     25154    26/01/2009         
2A525Hx              Milho    Zea mays L.        REGISTRADA     25157    26/01/2009    

DUPONT DO BRASIL S/A - DIVISÃO PIONEER SEMENTES.
ENDEREÇO: BR 471, KM 49 CEP: 96.835-640 - SANTA CRUZ DO SUL - RS
FONE: (51) 3719 7700
83 linhagens registrada                                                                                             
                                                                                             
DOW AGROSCIENCES INDUSTRIAL LTDA.
ENDEREÇO: RUA ALEXANDRE DUMAS, 1671, ALA A, CHÁCARA SANTO ANTÔNIO
CEP: 04717-903 - SÃO PAULO – SP FONE: 11 5188-9179
7 linhagens registrada                                                                               
                                                                                             
MONSANTO DO BRASIL LTDA.
ENDEREÇO: AV. NAÇÕES UNIDAS, 12901, 7º E 8º ANDAR - CENU
CEP: 04578-910 - SÃO PAULO – SP FONE: (11) 3383-8356
41 linhagens registradas 
                                                                                                                                                        
SYNGENTA SEEDS LTDA. 
ENDEREÇO: AV. NAÇÕES UNIDAS, 18001 - 4º ANDAR.
CEP: 04795-900 - SÃO PAULO – SP FONE: 11 5643 2322
18 linhagens registradas

Citações:

¹Caindo Por Terra, José Gomes da Silva, pág. 78
²Monoculturas da Mente, Vanda Shiva, pág. 60/61
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