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'Ofereço-me para cooperar com amor a fim de compartilhar a abundância de meu coração.'
'Comunico-me sem apegos e descubro a harmonia de evoluir na Terra.'

quarta-feira, 28 de setembro de 2016

Antídotos para a ignomínia

por Tião Pinheiro, (Juquira Candirú)

Recortei a coluna “Olhar do Colunista” da Zero Hora de 18 de setembro, domingo. Sua interina J. Colussi afirma que o maior consumidor mundial de defensivos agrícolas (não é culpa dela, mas ordem superior que não permite o termo legal Lei BR 7802/89 e RS 7.747/82, plasmados nas respectivas constituições são agrotóxicos), o que contraria interesses e negócios. Aquele neologismo foi criado a pedido no âmbito do Ministério da Agricultura por seu funcionário Jalmirez G. Gomes autor do Guia dos Defensivos da Lavoura para satisfazer as autoridades do Golpe Militar de 1964, editado pelo ministério da agricultura e que teve distribuição gratuita.

A interina cita um professor e pesquisador da UNICAMP que tergiversa justificando que seis minúsculos Países Baixos, Japão, Bélgica, França, Grã Bretanha e Alemanha consomem mais venenos que o BR/Ha. É triste ver essas noticias e em paralelo se desmoralizar, pois as autoridades da Saúde do próprio país alertam para os índices de resíduos contaminantes nas verduras, hortaliças, flores e frutas que, se comparado com os dos países citados ficam de trinta a cem vezes inferiores aos nossos índices oficiais de governo, pois os quatro comunitários a partir de 1991 cumprem a Diretiva Comunitária 441 que obriga o treinamento oficial de Estado para licenciar o aplicador e usuário de venenos na agricultura, não consumidor; Com permissão, em paráfrase podemos sim dizer que somos (consumidores). Jimmy Carter começou em 1980 uma campanha cujo relatório foi traduzido e publicado pelo CNPq e Secretaria de Planejamento (D. Netto), mas que é desconhecido da quase totalidade dos professores & universitários nacionais embora tenha sido também distribuída gratuitamente. Quem conhece o potencial de produção de hortaliças, frutas, flores e verdura dos países comunitários e Japão teria vergonha de propalar sandices.

Na época da ditadura era comum o lobby da indústria ter um General de plantão como empregado para intimidar funcionários civis competentes, honestos ou recalcitrantes pela defesa do estado além daqueles que envergavam cargos decorativos nos conselhos de administração das grandes empresas.

Hoje o mundo é outro, agora é explícito que, a indústria de agrotóxicos e fertilizantes são partes integrantes da indústria de alimentos, como pode ser visto na definição de "food industry" na Wikipédia em inglês.

Com propriedade a Syngenta usou em 2012 a expressão “República Unida da Soja” (foto). Tomei conhecimento da triste foto de dois líderes mandatários (revolucionários) sobre uma colheitadeira, embriagados colhendo aquela commodity e também a expressão de MaToPiBa (Maranhão, Tocantins, Piauí e Bahia) sobre a região onde manda mais a Cargill e Bunge que as autoridades constituídas. Um porto clandestino foi construído no governo FHC e mantido nos seguintes, sem qualquer ação de Estado ou Governo.
A OMC substituiu os ditadores e as corporações substituem as nações e ditam as regras impondo eucalipto/soja/cana e outras commodities em terras de aptidão de uso I, II, III e IV ou obrigam aos diplomatas nacionais a ir a outros governos para defender seus interesses como se do Estado Nacional fossem. A foto é explicita.



Paulo Freire ensina que os antídotos para a ignomínia são Pedagogia de Indignação e Pedagogia da Autonomia. Bom proveito.

terça-feira, 20 de setembro de 2016

Savana Brasileira

por Tião (Juquira Candirú Satiagraha - सत्याग्रह)
Mi Dios, para un ancianito frágil e indefenso estos días tiene sido de una pachanga terrible. El lunes 29 de agosto embarqué para dos Ejidos de la Reforma Agraria en San Francisco de Assis y Manuel Viana para un curso de “Salud del Suelo”, “Bombero Agroecológico” y “Metagenómica Campesina” con más de 30 cromatografías de Pfeiffer retornando el domingo 4 de Septiembre. El día 8 salí para los Ejidos “Flavia Nunes” y “Emiliano Zapata” a unos 70 Kilómetros de Uberlándia, el "Portal del Cerrado" (Sabana brasileña), el bioma más importante hoy para las grandes corporaciones del Agronegocios, pues todo lo hecho allí en los últimos 30 años será replicado en la Sabana Africana veinte veces mayor, donde Kofi Annan es empleado de Bill y Melinda Gates en la “benemérita” Alliance for Green Revolution in Africa. En la Universidad Federal de Uberlándia dimos una clase para los alumnos de graduación en Educación para el campo y otro en la noche en una solemnidad con el Movimiento Sin Tierra y la Post Graduación en Educación del Campo presentamos por más de 3 horas los problemas de la ultrasocialidad hasta la epidemia de disbiosis en los EEUU.

Quedé en los Ejidos hasta el sábado tarde de la noche donde fue ministrado otro curso de Salud del Suelo, Bombero Agroecológico y Metagenómica Campesina. Fueron hechos más de 60 análisis cromatografía de Pfeiffer por ejidatarios, sus hijos y cónyuges. Mi alegría y exultación fue con el trabajo de algunos ejidatarios y tomo dueña Zinaide como ejemplo, pues presentó los mejores cromatogramas por el cuidado y cariño con su suelos.

Sí, es posible hacer mucho con tan poco y empoderar la gente, elevar autoestima y transferir tecnología de punta haciendo chistes con los perros. Allí en la belleza del “Gran Sertão (desierto) y sus Veredas” contado por Guimarães Rosa y me acordé de Graciliano Ramos y su libro “Vidas Secas”. Ustedes saben que en el noreste de Brasil es costumbre dar a los perros nombre de peces para evitar la rabia. En Vidas Secas el perro tiene el nombre de “Balea”, que es un mamífero marino y no pez, al final muere de rabia. En mi infancia conocí perros con nombre de Sultán, Nerón, Tupán todos muy ofensivos. En el curso encontré un perro con referencia presidencial que ganó un “afuera” acompañado de su nombre. Pobrecito, para preservar su existencia podría agregar a su nombre el del pez Hoplias malabaricus, popularmente conocido como traíra (tararayra, pirá naró, trahíra, tarahíra, tareí, mondiah, taré hui, tarango, tarucha, tarala, moncholo, tare'yi (guaraní), negro lobo, dentudo, zoco) de gran significado tambíen en otros biomas.

Volví a casa en la mitad del domingo para reflexionar sobre mi tristeza con el 11 de Septiembre cuando fue creada en Bogés en Suiza la WWF (en 1961), que certifica la devastación por Unilever para plantar Palma Africana las selvas del Borneo extinguiendo el Orangután expulsando campesinos, pero haciendo campañas en paralelo en el mundo para arrecadar dinero para su protección, lo que es muy lucrativo. El otro 11 es el de las lágrimas que mojaron los kultrunes mapuches en Chile por veinte años. El más reciente, también es muy triste, pero ese la televisión se encarga de despertar la parte Reptilia del cerebro humano.


En algunos años veremos algo se diferenciar sobre la parte “neomammalian” (neo córtex) del cerebro de las nuevas generaciones por el efecto de la metagenómica sobre el suelo, (nuestro segundo corazón). Serán los avances practicados por Dueña Zenaide y sus cumpas. La lucha sigue, sigue y sigue siempre, pues estamos más que concientes en busca de la noosfera.

sexta-feira, 2 de setembro de 2016

PRODUTORES RURAIS DE SÃO PEDRO REALIZAM VISITA A CENTRO DE PESQUISAS EM AGRICULTURA ORGANICA


Na ultima terça-feira, 30 de Agosto,  um grupo de mais de 40 pessoas participou  de uma visita monitorada ao Centro de Pesquisas Mokiti Okada – CPMO, centro de pesquisas referencia no desenvolvimento de técnicas e pesquisas em agricultura orgânica no Município de Ipeúna.

A visita foi organizada pela Casa da Agricultura de São Pedro, e a excursão foi voltada aos produtores rurais do município, principalmente aqueles participantes da Feira do Produtor, Curso de Olericultura Orgânica e Curso de Turismo Rural.

A visita no CPMO – braço cientifico das industrias Korin – indústria ligada ao ramo alimentício
Técnicos do CPMO apresentando o campo
voltado a produção orgânica, teve como objetivo colocar em contato uma empresa referencia no setor com produtores, empresários do setor e interessados na produção e alimentação orgânica.

O Centro de Pesquisa Mokiti Okada desenvolve pesquisas em produção agrícola e animal embasado na Agricultura Natural, modelo agrícola desenvolvido por Mokiti Okada (Japão, 1882-1955). Os trabalhos da CPMO abordam três linhas de pesquisa principais: a capacidade natural e fertilidade dos solos; o desenvolvimento de sementes orgânicas adaptadas aos modelos agroecológicos e produção animal com enfoque o manejo nutricional e de bem estar.

“A CPMO - Korin,  tem como ponto principal a produção de alimentos com respeito aos pilares da sustentabilidade e entre eles inúmeros produtos que são certificados como orgânicos,  o produto principal é frango orgânico, onde inclusive existem alguns produtores rurais do município de São Pedro que trabalham produzindo o frango orgânico integrados na forma de parceria com a Korin.” declarou o Eng. Agrônomo,  Leandro Biral, responsável pela Casa da Agricultura de São Pedro.  

A visita foi acompanhada pelos  responsáveis de cada um dos setores de pesquisa, que após um panorama teórico das atividades do centro foi realizado uma visita monitorada as áreas de produção e pesquisas em agricultura orgânica.


“A procura por alimentos provenientes da agricultura orgânica é crescente e muitos consumidores já vem se recusando a consumir produtos principalmente hortaliças e vegetais que são produzidos com agrotóxicos e fertilizantes químicos” declarou Rodrigo Bortolotto, proprietário de um comercio que trabalha com alimentos orgânicos e também participou da visita.

A questão da produção e consumo de alimentos orgânicos é crescente e foi percebida sendo colocada como objetivo do trabalho da Casa da Agricultura no biênio 2016-2017. Dentre as ações foram os cursos de capacitação e visitas a locais de referencia no setor. Objetivando que os produtores estejam inteirados das exigências da produção orgânica e busquem a certificação que melhor caber em cada caso.

A questão dos produtos e alimentos orgânicos é de amplo interesse tendo em vista que acompanharam a visita além dos produtores rurais de São Pedro e Brotas, representantes da Casa da Agricultura de Torrinha, Nova Odessa, Americana, Mombuca, Rio das Pedras, Cerquilo e Tietê, bem como o gestor da APA – Corumbataí,  Luis Sertorio Teixeira,  que também acompanhou o grupo na visita.


Contribuiu Leandro Biral
Chefe da CATI, São Pedro
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