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'Ofereço-me para cooperar com amor a fim de compartilhar a abundância de meu coração.'
'Comunico-me sem apegos e descubro a harmonia de evoluir na Terra.'

sexta-feira, 22 de abril de 2011

Diálogos sobre o consumo consciente


Via mysearchfornirvana
               18 de abril de 2011
               À beira de uma piscina, numa cidade portuguesa que é Patrimônio Cultural da Humanidade, três interlocutores expõem seus pontos de vista sobre o tema. Por Luciane dos Santos, em Monocultura do Consumo

               Eram cinco minutos para as 3 horas da tarde, Fernanda e Homero haviam chegado ao hotel pouco antes do horário combinado. Na pérgula à beira da piscina já lá estava Luciane Lucas sentada a uma mesinha redonda daquelas de ferro batido esmaltado de branco e com tampo de vidro, folheando um livreto. Quando se apercebeu da presença deles, ergueu os olhos com surpresa, deu umas piscadinhas de ajuste de foco e exclamou interrogativamente um “já”. Sorrindo, os dois se aproximaram e sentaram-se ao redor e, sem conter-se, foram logo transmitindo o espanto da experiência recém-vivida: “Estivemos numa capela toda revestida de ossos humanos por dentro, a Capela dos Ossos, conhece? Um assombro!”, cada qual foi compondo as partes da frase acima, que saiu mais ou menos do jeito que ali está. “Curioso!”, logo observou Luciane, “estava agorinha mesmo com este guia turístico de Évora aberto na página da igreja de São Francisco onde se menciona essa capela. Me despertou interesse em visitar se bem que… hmmm… parece um pouco macabro, não?”. Homero na seqüência emendou: “Sem dúvida, choca um tanto mas faz também refletir muito. O que entretanto justo agora me espanta é que quando entramos lá no recinto me veio a sensação de sincronicidade, de sincronicidade com o que fui conversando com a Fê até o local. Nossa conversa girou em torno da simplicidade voluntária como um antídoto ao consumismo e cheguei até a propor prá Fê trabalharmos na volta o binômio ‘simplicidade e consciência’, a simplicidade voluntária associada ao consumo consciente. E agora de novo a sincronicidade se apresenta: você com a página do local aberta e nós falando da capela justo nesse momento. As coisas, parece, estão encadeadas…”.  No seu estilo pragmático, Fernanda foi logo cortando as divagações e propondo: “É, realmente há coisas que intrigam… Vamos então iniciar nosso papo, gente?”.


...contribuiu Inês Castilho por emeio. Um abraço forte, boa Páscoa. Oliver Blanco
Via barefeetnotarms
  

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