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'Ofereço-me para cooperar com amor a fim de compartilhar a abundância de meu coração.'
'Comunico-me sem apegos e descubro a harmonia de evoluir na Terra.'

terça-feira, 2 de fevereiro de 2016

Especulação Científica

"Lilith"
por Sebastião Pinheiro

Povo em desespero, “Lilith” dança sobre a desolação (foto), desejando sobreviver. Como em um garimpo, seus acólitos bailam inconsciente ao seu redor despreocupados com a destruição: “Bamburrar” (encontrar ouro) é preciso. Desafetos desejam seu fim, outros, apenas o retorno ao passado. Acabou a esperança e a epidemia do vírus Zika é assunto de saúde, educação e segurança (logo, governo), mas tratado de forma insegura e pusilânime como em guerra estrangeira.
Após a derrota francesa em 07 de Maio de 1954 em Dien Bien Phu, os norte-americanos compraram os salvados da derrota (mapas, estudos e levantamentos militares de estratégia e tática), pois tinham interesse geopolítico em explorar as prováveis jazidas de petróleo no Golfo de Tonkin, pelo que seguramente iriam à sua Guerra.
Um dos maiores problemas dos derrotados foi não impedir o transporte e abastecimento militar através das selvas do Laos na denominada Trilha Ho Chi Min. Imediatamente, em 1966 milhares de pequenas antenas camufladas foram lançadas de aviões norte-americanos (Operação Igloo White) semeando todo o vasto território com as mesmas, que eram imperceptíveis mesmo a pequena distância. Estas antenas ficavam enterradas no solo com três arames sensores (foto) eram chamadas de [ADSID, COMMIKE, ACCUSID], possuíam um sismógrafo que transmitia para satélites e aviões radares toda e qualquer vibração a uma distância de cem metros: um transeunte a pé, bicicleta, transportando qualquer equipamento, caminhões. Testadas nas selvas da Costa Rica e Panamá as antenas funcionaram perfeitamente, contudo na Indochina não, pois agrônomos franceses no final do século XVIII haviam introduzido o Zirartro (foto), nativo do México, como adubo verde tropical para melhorar os solos. Essa leguminosa em seu país de origem cresce de forma acanhada pela aridez do clima (300 mm de precipitação), mas no Vietnã com seus 4000 milímetros, a planta mesoamericana plantada foi estrategicamente em toda a trilha e manejada com finalidade guerrilheira formando um tapete sobre a copa das árvores tão espessa que impedia que as ondas magnéticas emitidas pelas antenas chegassem aos aviões radares e satélites, tornando-as inúteis.
Os norte-americanos optaram por destruir a cobertura vegetal com um bilionário negócio, o uso dos agentes laranja, branco, verde, púrpura, azul e rosa, altamente contaminados por Dioxinas e Furanos Clorados e usaram 60 milhões de galões de herbicidas com o genocídio que é do conhecimento de todos (Operação Ranch Hand).
O vírus Zika me obrigou baixar e ler o livro "Genesis and Development of a Scientific Fact", de Ludwik Fleck, cujo capítulo quarto é imprescindível para se entender (epistemologicamente) a atual epidemia, pois o autor usa a relação entre a Sífilis e o desenvolvimento da Reação de Wassermann que a identificou diagnosticou na época e consequências. Então por que, agora, a surpresa e tratamento estapafúrdio, sem que o "coletivo de pensamento" burocrático tecno-científico se precate do caricato e servil que é a expressão "Zikavirus", como se isso alinhasse e aproximasse o grupo (círculo esotérico da ciência nacional ao império).
No livro de Fleck aprendi o porquê nos EUA é tão importante nas universidades ser aceito nas fraternidades identificadas por letras gregas, para a afinidade esotérica na estruturação do poder social. No Brasil caricato, há o "trote", resquício militar e violento "rito de passagem" à elite dominante, independente de ideologia ou posicionamento político que fica submerso no inconsciente coletivo à mercê das reuniões e “cursos” de formação política para militância e quadros de caráter não-oficial, clandestino e especulativo.
Este é um ponto importante, pois o significado "especulação científica" é pouco conhecido, normalmente nos detemos na acepção econômica e política que vem sendo usadas nos altos escalões pelos tecno burocratas como aquela na questão do vírus Zika.
O termo especulação científica atemoriza, ridiculariza e tolhe a todos da área pelo que ninguém ousa questionar um vírus conhecido desde 1947 e bastante estudado desde o ponto de vista militar e sanitário nos EUA, Grã Bretanha, França, Alemanha e Japão, chegue aos nossos dias tão incógnito e reducionista sobre a microcefalia. Será cortina de fumaça ou oculta uma verdade inconveniente?
Não é gratuitamente que a ciência britânica (que tem no seu armário os cadáveres de “Piltdown Man” e “Mad Cow”) passe a recomendar o uso de preservativo por três meses para os retornados do Brasil e áreas infestadas, precaução não faz mal a ninguém. Desde Geisel (1976) o Aedes aegypti é endêmico, agora expande a epidemia explodida na Polinésia e Micronésia; Ao mesmo tempo em que, agora, as inspeções jornalísticas na Esplanada dos Ministério e pé do Mastro da Bandeira e Palácio do Planalto sejam encontradas larvas de mosquitos... Vivemos em mundos não euclidianos como se fosse possível ausência das mesmas em nossas latitudes. O meta poder prova incompetência, mas espalha medo e terror.
Antes, em qualquer bagagem de visitante à Amazônia o principal repelente, presente sempre foi cápsulas de Vitamina B12 (Imitamos durante 8 meses às margens dos igarapés na selva fechada, não conhecemos malária, nem arboviroses.). Hoje, o repelente que se vai colocar no “Bolsa Família” é mero oportunismo ideológico; Um baita negócios ao estilo dos herbicidas no Vietnã; Ou tático estratégico como a B12? O anuncio de treinamento de 7 mil funcionários para atender as vítimas da microcefalia soa a conforto macabro para futuras mamães. Em Seveso na Itália, o Papa Paulo VI foi drástico, autorizou o aborto emergencial!
Cabe uma pergunta ao "círculo esotérico" e "coletivo de pensamento" nacional, imperial: É reducionismo especulativo tratar o vírus Zika como provável responsável pela microcefalia ou álibi ignorando o somatório de ligandos no metabolismo e autopoiese do sistema imunológico das pregnantes? Qual o índice de infecção do mosquito pelo vírus para se observar a área atingida em tão pouco tempo?
"Fitatos" e “Fitoesteróis” (Ginesteína) de outra leguminosa parenta do Zirartro,
Siratro (Macroptilium atropurpureum)
geneticamente alterada, que ingerimos diariamente na nossa dieta, enriquecida com mega quantidades de resíduos de Glyphosate, que também está no milho, açúcar e na água de consumo diário, bloqueia todo o sistema dos Citocromos e outros ligandos especiais para regulação de Cálcio, Silício, Vit. C, Ãc. Fólico e Biotina vitais na organogênese e início da gestação.
Façamos um paralelo especulativo: O vírus H1N1 da gripe aviar surgiu, na Ásia era esperada uma corrida aos fármacos, que não houve, nem a epidemia se expandiu como o anunciado. A solução chinesa foi caseira, “Chá de Anis Estrelado”. O anis estrelado é rico em precursores do ácido shikimico que bloqueia as neuraminidasas do vírus, ativa o sistema imunológico através da síntese de aminoácidos aromáticos nos intestinos pelos microrganismos. O Tamilfu (OSELTAMIVIR) ou 3-Fosfato de Anis Estrelado é uma patente industrial ocidental derivada da reação do chá com ácido fosfórico, que também desbloqueia a ação de Glyphosate ingerido no dia a dia. Especulação: Porquê o Tamiflu só é vendido para governos? Talvez pela mesma razão que na epidemia de clostridiose (Clostridium difficile) que já matou mais de 50 mil pessoas tem a prioridade do "Fecal Microbiota Transplantation" (comer merda) do OpenBiome Bank.
Usar percepção, precatamento, especulação, pensamento, memória, conhecimento e consciência é imperioso no compromisso com a Vida, Ética e Espiritualidade, mas quem se importa? Segue a dança e o comércio de herbicidas como no Vietnã, mas muito mais rentável pela especulação econômica e política.
Espiritualidade é a essência na mágica Amazônia, onde Iza e H. Cunha me contaram 14 anos depois, que ainda sentiam os efeitos da tortura em seu metabolismo e autopoiese e o pior não era no corpo, mas no espírito. Eles sabiam que o carregariam para o resto de sua jornada humana. Contudo, no garimpo Brasil não há espaço para comiseração.
Pior que a epidemia de Zika é o político que nega e mente para ser inocentado. Desmoralização é seu fim.

É triste, muito triste ver tudo o que está acontecendo não só aqui, mas no México, Argentina, Venezuela, Chile, Oriente Próximo e alhures, pois já passou meio século da Guerra do Vietnã, mas vivemos sob o mesmo clima de terror, medo e envenenamento, enquanto muitas Liliths dançam sobre as desolações pós-destruição, pois em toda guerra a primeira vítima é a Verdade, pelo que, especular sobre o "coletivo de pensamento" é preciso, "bamburrar" não.

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"no artigo 5º, inciso IV da Carta da República: 'é livre a manifestação do pensamento, sendo vedado o anonimato'."

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