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quarta-feira, 29 de junho de 2016

Disbiose Mental

 fosforescência em UV - Cromatografia - Biopoder Camponês
por Juquira Candirú Satiagraha

Lisarb estava “chinchudo” como dizia seu vizinho “pampeano” e isso não tinha nada a ver com a Copa América, onde todo mundo cantava o hino com a mão sobre o coração. Lisarb, um genuíno workarholic, depois de postar sobre a separação de Huminas A.S e Huminas AIS adotou o trabalho feito pelos chineses para resolver encontrar o famigerado Roundup, a nave-mãe dos agronegócios internacional no meio ambiente, alimentos, águas e principalmente alimentos, através do complexo de Glyphosate-Ag(2HL) e Glyphosate-NH4H2L, (foto) sem recorrer ao uso da Nihindrina extremamente tóxica e exigente de muita segurança química.  Optou pela Fotoluminescência das moléculas anteriores com o eletroquímico Methyl Viologen...


Lisarb tinha suas razões superiores, em 2014 espantosamente a Monsanto registrou o seu herbicida como bactericida, e também, como fungicida. Sem prepotência ou arrogância deduzia ser isso uma medida precautória junto ao governo dos EUA para evitar indenizações futuras, já que em 2002 mais de 30 mil cervídeos (veados e alces) foram sacrificados por desenvolverem a Chronicle Wastings Disease (CWD) um príon similar ao mal da vaca loucaAs investigações esbarraram que os animais tinham sido alimentados com feno feito com restos de colheitas de cultivos transgênicos resistentes ao herbicida e que estavam bastante contaminados pelo mesmo; Já existiam mais de 200 espécies mutantes resistentes ao seu herbicida ocupando mais de 500 milhões de hectares; Em 2010 irrompeu a Epidemia de Disbiose, com mais de 500 mil afetados e com equação sanitária com o valor “m” apontando para um pico além de mil vezes este valor por culpa dos patógenos Clostridium difficile e várias Salmonelas.

O poder corporativo mercantil junto ao governo yankee impedia a ciência vincular seu herbicida e sementes transgênicas com a destruição lenta e paulatina da diversidade da microbiota intestinal humana pela ação fúngico-bactericida do renomado agrotóxicos; Além de acionar a mídia para sua defesa.

A flora intestinal humana normal contém 1 x 10 elevado a potencia 40 indivíduos, quando a ciência atual tem a capacidade de isolar e cultivar em laboratório menos de 0,1% desse total, embora pelas técnicas de Biologia Molecular permitem extrair o ADN/ARN desses micróbios e supor os grupamentos (clusters) formados e sua diversidade na flora intestinal (ou solo) com repercussão sobre o funcionamento dos sistemas imunológico, nervoso e endócrino.

O amigo, médico Dr. Filártiga chamou de “desquisición científica” o postado no Facebook em 29 de abril passado sobre a origem do Glyphosate como limpador de tubos e caldeiras através da “quelação” de várias dezenas de minerais, desde alcalinos até as Terras Raras. E lisonjeado com os elogios do cientista guarani Lisarb se pôs a estudar o metabolismo dos felinos.  Esses carnívoros em estado selvagem sempre começam sua refeição pelo aparelho digestivo das presas abatidas para ingerir enzimas, vitaminas etc.  Somente depois é que atacam as carnes que justificam sua classificação sistemática.

A importância das enzimas como biocatalizadores recebeu companhia com a descoberta pelos cientistas Hopkins – Funk e Szent-Gyorgyi das vitaminas.  Vitaminas são substâncias produzidas em vegetais e micróbios, e acumuladas em alguns órgãos de peixes e animais, fundamentais para o desenvolvimento, saúde e evolução; na sua ausência provocam uma série de doenças degenerativas e mortais.

Algumas vitaminas são “siderofóros”, outras não.  Sideróforos (siderophores), significa “Transportadores de Ferro” exclusivamente pelos saprófitos que impede a reprodução e nutrição dos patógenos. Há uma década ganhei o livro PlantPathology de John Lucas, onde explica esse mecanismo evolutivo (grosso modo): Os patógenos (necessitam matar as células com toxinas para sua alimentação) enquanto os saprófitos aproveitam as células naturalmente mortas beneficiando os seres invadidos.  Para evitar as toxinas dos patógenos os saprófitos oxidam e solubilizam o Ferro com moléculas complexas e os patógenos morrem de inanição.  Os pequenos agricultores na América Latina produzem para sua agricultura um caldo rico em sideróforos desde 1983 (SuperMagro).

Os acidentes com feridas com pregos enferrujados, ossos podres, terra e outros eram tratados emergencialmente com certas plantas ricas em enxofre e calor para acelerar a reação (cebola, alho, mostarda, couve, agrião, coentro, babosa, oliva etc.) que fazia precipitar o sulfeto de Ferro de altíssima insolubilidade retirando-o da infecção facilitando a ação dos saprófitos.

O Glyphosate tem ação sobre os saprófitos no interior do estômago e intestino inibindo a formação dos sideróforos dando espaço para os patógenos Clostridium difficile e Salmonelas causarem as diarréias e o diagnóstico de “intestino irritável” dos gastroenterologistas.

O consumo de alimentos industrializados pelos Europeus e Norte-americanos é quase exclusivo e a suplementação vitamínica feita de forma artificial ou sintética com a presença de Glyphosate exacerba a epidemia com a presença dos venenos na água e em todos os alimentos industrializados principalmente os oriundos do milho, soja matérias primas básicas na dieta desses povos. Repito, muitas vitaminas são sideróforos (foto) e nem sequer comemos mais a clorofila e os pigmentos vegetais que tem as funções de oxidantes e eliminação de toxinas fúngico-bacterianas, que antes recebiam o nome de “radicais livres” para contrariedade de alguns alopatas com o termo.


Nosso problema começa quando os resíduos de Glyphosate nas matérias primas são processados a temperaturas elevadas acima de 170 graus C, pois ele sofre uma desidratação e se transforma no ácido 2,5 Dioxo-1,4 piperazinyl bis (metilfosfônico) de fortíssimo impacto sobre o sistema endócrino, nervoso, e principalmente, imunológico.

Nas listas de substâncias carcinogênicas e mutagênicas há uma série de homólogos desse núcleo sendo uma delas o degradabólito do Aspartame, que quando aquecido acima de 86 graus F, conforme a controvérsia existente nos EUA. Tudo mantido sobre o manto protetor do governo dos EUA, que recentemente justificou a validade dos cultivos transgênicos no tocante à inserção do gene e não a repercussão do seu uso indissociável ao herbicida e suas conseqüências.

Nossa preocupação é que para eliminar as 200 “ervas daninhas mutantes resistentes ao Glyphosate” está sendo adotado o uso do herbicida Methyl Viologe (Gramoxone), já banido da Europa há mais de 40 anos por riscos e que retorna com a pressão da OMC sobre os governos nacionais ou comunidades livre de controle toxicológico, principalmente na periferia do mundo onde o governo não pode fiscalizar a fabricação, importação e uso dos venenos, nem aplicar as medidas como a Diretiva Comunitária 91/414 da União Européia (que lá também nos últimos dez anos vem retrocedendo na capacitação e treinamento dos agricultores para a adoção de medidas efetivas de segurança laboral na agricultura e adoção de técnicas superiores ao uso de agrotóxicos), que faz parte das insatisfações dos britânicos do campo no plebiscito.

A propaganda abusiva dos agronegócios já usa desbragadamente o termo ilegal defensivo agrícola e muitos cientistas oficiais e professores de Universidade em onanismo pornográfico voltam a priorizar as denúncias sobre os resíduos de agrotóxicos nos alimentos para provocar o desespero, quando não são alienados e induzidos têm cartões de gastos corporativos de empresas que justificam suas ações.

Em um solo com uso continuado de Glyphosate e plantio de sementes transgênicas resistentes ao mesmo começa o uso de Gramoxone par o controle de “ervas daninhas mutantes resistentes” nos deparamos com o problema citado acima de formação do ácido 2,5 Dioxo-1,4 piperazinyl bis (metilfosfônico) no solo catalisado pela presença de Terras Raras que provoca sua fotoluminescência.  Nosso objetivo é avançar com a Cromatografia de Pfeiffer para realizar esses cromatogramas que são de rara beleza pela fosforescência em UV, mas ainda falta um pouco para sua finalização, pelo que antecipamos o alerta precautório.


Quando vemos o “blá blá blá” e disbiose-mental e servil nas universidades e ONGs nutridas pelo governo preparamos o “Bombeiro da Agroecologia Camponesa com suas ferramentas estratégicas para evitar que se espere a chegada “sintrópica” das grandes corporações para o mercado que vem sendo criado desde a década de 80 (foto).  Leia o postado no dia 26 de junho e entenderás.

Biopoder Camponês





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