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'Ofereço-me para cooperar com amor a fim de compartilhar a abundância de meu coração.'
'Comunico-me sem apegos e descubro a harmonia de evoluir na Terra.'

segunda-feira, 9 de janeiro de 2017

Mundo cão

por Sebastião Pinheiro
Fundação Juquira Candiru

Amanhã é 28 de dezembro, o "Dia dos Santos Inocentes", quando se diz a todos depois das brincadeiras, que a inocência te valha. Para aqueles que não sabem, mas eu sou do tempo dos paquidermes e na véspera de natal o "Chanchofante" não chocou-me. Nem a possibilidade de ser causado por agrotóxicos, pois isso é tão banal que já não comove ninguém, ainda mais quando naquela manhã passei em frente ao Hospital do Câncer Infantil e pude ver muitos jovens e seus pais todos ansiosos pelo ônibus da prefeitura que os levaria a suas famílias, para a festa religiosa e de final de ano. Que a inocência lhes valha! Lembram-se da série de filmes italianos "Il Mondo Cane". Assim me sinto com o tema. Em pelo menos quatro dos jovens suas cicatrizes mostram operação no cérebro e tenho absoluta consciência que eram todos filhos de agricultores, vítimas da tecnologia e do agrobusiness. Volto para casa melancólico, pois foram quarenta anos lutando ensandecido contra os agrotóxicos e eles a cada dia mais e mais consolidados como verdade científica do Complexo Militar-Agro-Industrial-Alimentar-Financeiro, que deseja que pensemos que são os salvadores da humanidade. Que a inocência me valha!

Eu gosto de luta grossa, "comoção/barulho" como dizia O Cid, O campeador. Nos velhos tempos os paquidermes eram: Paca, pecari, porcos, javalis, antas, hipopótamos, rinocerontes e elefantes ou mamutes. Aprendi que isso está em desuso. Mas é estranho que o porquinho nasceu com a carinha do proboscídeo elefante, maior que a do Tapir (Anta). Gostaria de conhecer o genoma de cada um deles e saber o quanto são parecidos, similares e o que mudou nas proteínas do "Chanchofante". Sim, seria algo interessante.

Espero cinco dias e não encontro nenhuma nova notícia publicada sobre o tema. Será que o assunto não interessa a ninguém? Não mereceria um levantamento das autoridades nacionais, Multilaterais, nem da ciência? Será que foi feito um estudo do genoma dos porquinhos natimortos, em função da nova epigenética ou do Instituto de Wave Genetics do Dr. Piotr Garyaev?

Não há espaços para ilusões em acreditar que o "Chanchofante" causado por agrotóxicos é diferente do causado por micotoxinas ou metais pesados ou qualquer outra ocorrência ambiental ou falta de governo e responsabilidades sociais, pois inocência é diferente e ingenuidade. No entanto, a situação é bem mais grave se causada pelo "Promotor 35 S RNA do vírus do Mosaico da Couve-flor" (CaMV) introduzido nas células de sementes transformadas geneticamente existentes na atualidade, como alertado pela Nature em abril de 2000 pelo Joe Cummins, University of WesternOntario; Mae-Wan Ho and Angela Ryan, department of BiologicalSciences, Open University, Milton Keynes do Reino Unido. Questionar, especular e sofismar são coisas muito diferentes e nada ingênuas ou inocentes.

Depois tivemos um silêncio além de obsequioso, quase sepulcro da ciência, bem compreensível, pois hoje em dia não existe mais estado forte ou entidade independentes em, nem ingenuidade grátis ou inocência útil, pois todos estão dependentes exclusivamente do dinheiro que as empresas destina a conceder com os interesses dela e os rebeldes como o casamento do Prof. Puzstai, Prof. André Carrasco (RIP) ou Prof. Eric Seralini correm o risco da desmoralização. (Modos de Ação das Transnacionais - pg 118-121, do livro Biotecnologia muito além da revolução verde - Henk Hobbelink)

A pergunta que não quer calar é: com o uso pela biologia molecular dos *Non Ribossomal Peptides Sintethases (NRPSs) e as novas famílias de Metallothioneinas (MPF) no uso acelerado como "Natural Resistence Associaited Macrophagus, NRAMP" apontam para os futuros riscos exponenciais acordando genes atávicos?

Tenho saudades do tempo em que a perspicácia científica era obrigada a dar uma resposta ou satisfação à sociedade. Era uma época ingénua, inocente, saudável, sem medo, cumplicidade ou covardia e ninguém tinha medo do novo. Então feliz dia, feliz ano novo, até a chegada do galo de fogo.

- tempo, assim como os indígenas de bunda de fora, e ninguém passava a mão na bunda de ninguém... hay taí, excelente maetro! Oli
 
*Peptídeos não-ribosomal (NRP) são uma classe de peptídicas metabolitos secundários, normalmente produzidas por microrganismos como bactérias e fungos.

Texto original:

Mañana es 28 de diciembre, el “Día de los Santos Inocentes”, cuando se dice a todos después de las bromas, que la inocencia te valga. A aquellos que no lo saben, pero yo soy del tiempo de los paquidermos y en la víspera de Navidad el “Chanchofante” no me aturdió. Ni la posibilidad de ser causado por agrotóxicos, pues eso es tan banal que ya no conmociona a nadie, aún más cuando en aquella mañana pasé delante del Hospital del Cáncer Infantil y pude ver muchos jóvenes y sus padres todos ansiosos por el bus de la Intendencia que los llevaría a sus hogares para la fiesta religiosa y de final de año. ¡Que la inocencia les valga! Se acuerdan de la serie de películas italianas “Il Mondo Cane”. Así me siento con el tema. En por lo menos cuatro de los jóvenes sus cicatrices demostraban operación en el cerebro y tengo absoluta conciencia que eran todos hijos de agricultores, víctimas de la tecnología y del agrobusiness. Retorné a casa melancólico, pues fueron cuarenta años luchando ensandecido contra los agrotóxicos y ellos a cada día más y más consolidados como verdad científica del Complejo Militar-Agro-Industrial-Alimentar-Financiero, que desea que pensemos que son los salvadores de la humanidad. ¡Que la inocencia me valga!
Me gusta pelea gruesa, “jaleo” como decía El Cid, El campeador. En los viejos tiempos los paquidermos eran: paca, pecarí, cerdos, jabalís, antas, hipopótamos, rinocerontes y elefantes o mamutes. Aprendí que eso está en desuso. Pero es raro que el chanchito naciera con la trompita del proboscídeo elefante, mayor que la del Tapir (Anta). Me gustaría conocer el genoma de cada uno de ellos e saber en cuanto son iguales, similares o parecidos y que cambió en las proteínas del “chanchofante”. Sí, sería algo interesante.
Aguardé cinco días y no encontré ninguna nueva noticia publicada sobre el tema. ¿Será que el tema no interesa a nadie? ¿No merecería un levantamiento de las autoridades nacionales, multilaterales, ni de la ciencia? ¿Será que se hizo un estudio del genoma de los cerditos natimuertos, en función de la novedosa epigenética o del Instituto de Wave Genetics del Dr. Piotr Garyaev?
No hay espacios para ilusiones en creer que el “chanchofante” causado por agrotóxicos es distinto del causado por “micotoxinas” o metales pesados o cualquier otra ocurrencia medioambiental o carencia de gobierno y responsabilidades sociales, pues inocencia es diferente e ingenuidad.
Sin embargo, la situación es bien más grave si causada por el “Promotor 35S RNA del virus del Mosaico de la Coliflor” (CaMV) introducido en las células de las semillas transformadas genéticamente existentes en la actualidad, como alertado por la Nature en Abril de 2000 por Joe Cummins, University of Western Ontario; Mae-Wan Ho and Angela Ryan, Department of Biological Sciences, Open University, Milton Keynes del Reino Unido. Cuestionar, especular y sofismar son cosas muy distintas y nada ingenuas o inocentes.
Después tuvimos un silencio más allá de obsequioso, casi sepulcral de la ciencia, bien comprensible, pues hoy día no hay más estado fuerte o entidad independientes en el, ni ingenuidad gratis o inocencia útil, pues todos están dependiente exclusivamente del dinero que las empresas destinan a los concordes con los intereses de ella y los rebeldes como el matrimonio Prof. Puzstai, Prof. Andrés Carrasco (RIP) o Prof. Eric Seralini corren el riesgo de la desmoralización.
La pregunta que no quiere callar es: ¿Con el uso por la biología molecular de los Non Ribossomal Peptides Sintethases (NRPSs) y las nuevas familias de Metallothioneinas (MPF) en uso acelerado como “Natural Resistence Associaited Macrophagus, NRAMP” apuntan para los futuros riegos exponenciales despertando genes atávicos?
Hecho de menos el tiempo en que la perspicacia científica obligaba a uno una respuesta o satisfacción a la Sociedad. Era una época ingenua, inocente, sana, sin miedo, complicidad o cobardía y nadie tenía miedo de lo nuevo. Entonces feliz día, Feliz Año Nuevo, hasta la llegada del gallo de fuego.

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