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"Harmonizo meus pensamentos para criar com a visão". "Quando o mundo estiver unido na busca do conhecimento, e não mais lutando por dinheiro e poder, então nossa sociedade poderá enfim evoluir a um novo nível".

domingo, 29 de dezembro de 2019

Insetos Alimentícios Não Convencionais - IANCS



22 dezembro 2019

 Por Sebastião Pinheiro


O grande professor chiapaneco (de Chiapas), Professor Dr. Rafael Calderón Arrosqueta, da UAM XOCHIMILCO, enviou algo para animar os entusiastas amigos brasileiros das “PLANTAS ALIMENTÍCIAS NÃO CONVENCIONAIS - PANCS”, que no México são os milenares “quelites” com mais de 1.200 que fazem parte da vida cotidiana, da história, da cultura desde tempos muito ancestrais, e que encontra na tecnologia ultramoderna seus avanços, como o milho para cuitlacoche (também huitlachoche).
 Saiba que um milpa (roça) Chiapaneca produz mais de 40 toneladas de alimentos por ano apenas com trabalho, sem qualquer despesas expressivas fora da propriedade.
 Bem, agora o grande mestre envia uma lista de insetos servidos, fotos seguindo os brasileiros, Alimentos Não Convencionais da IANCS.
  
Os insetos foram a grande transformação na fisionomia da Terra há 300 milhões de anos, por serem a classe de seres mais abundante e possibilitou uma gigantesca evolução na vida do planeta. Eles, com suas ações, são responsáveis ​​pelas plantas espermáfitas e fanerógamas das quais nos alimentamos.
Não bastasse isso ser suficiente o corpo dos insetos é constituido de quitina, um polímero rico em Nitrogênio que limpa o corpo humano do acúmulo de colesterol, fortalece a pele e é medicinal. A quitina é transformada em Quitosano (Chitosan) e usada em agroecologia por “bombeiros agroecológicos a serviço de camponeses” para fortalecer plantas, animais e a saúde do solo.

Em 1983, na Amazônia fui convidado por indígenas do povo ou etnia Urubus a comer larvas de coleópteros, Pachymerus nucleorum (foto) de palmeira buriti (Mauritia flexuosa). Isso é muito comum no interior da Amazônia e o sabor da larva é idêntico ao do coco, fruto do coqueiro. Em Mostardas, começamos a comer com o filho mais novo do Pres. do Sind. do Trab. Rurais a larva da palmeira Butiá (Butia yatay); nosso  Grande mestre "Lutz" criava em grãos de amendoim, e comia como loucos todos os dias élitros do monitor Tenebrio, que também distribuímos aos criadores de pássaros para seus filhotes...

No México, um Inge que criava minhocas me ofereceu galletas feitos com minhocas. É muito rico, fui pioneiro em comer o genuíno "Earth Big Mac"...

 Em San Salvador Atenco, com os companheiros pai e mãe do amigo César del Valle e, juntamente com um grupo de europeus, comemos o famoso “Ahuatle” da época do rei Nezahualcoyotl (1450), ali denomnado de caviar asteca. Na minha infância, era comum caçar formigas nas núpcias para preparar a “farofa de tanajura”, que no México são as escamolas.

A retomada do conhecimento autóctone indígena com insetos gourmet nos permite ampliar nossa saúde, já que os agronegócios têm 5 colheitas de 4 empresas para a eugenia cretina no planeta.

Por ser natividad, e por desejar a todos os amigos uma boa reflexão sobre nossa desintoxicação e que recomendamos estudar e reincorporar os insetos à dieta.

 Olhem, que a sigla IANCS é apropriada no tempo de Bolsonaro & Filhos, porque o preço da carne (aumento de 30% em dois dias) e todo mundo está assustado, não apenas pelo preço, mas pelo “Ódio, e desculpe García Márquez , mas vivemos "em tempos de cólera", sem sermos antropofágico. He he he he, desculpe no Natal é Ho Ho Ho...



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